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Mostrando postagens de Junho 8, 2012
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No Silêncio do Nada

Escrever é expressão, é dar pressão e se exceder
É no viver... Levar o mesmo com mais emoção
Aos que temem a caneta...
Que fiquem imbuídos de lançar a flecha
E terão a certeza de acertar, pelo menos, um coração.

Os pensamentos são mutáveis
Assim como a inspiração.
Variam conforme o dia, o clima
Moldam-se de acordo com o humor
Com a razão e a dor.

Por isso, ninguém jamais poderá mudar a escrita
Ela, por si só, já é mutante
Isso que a torna sempre viva
E deveras interessante.

O renascer a cada segundo...
Faz-nos pensar em coisas novas, novos temas
Migramos de um ser com o âmago quase moribundo
Para aquele que ilumina com sons, artes e poemas.

Faço essas anotações em um domingo na madrugada
Flagro-me escrevendo com os olhos quase fechando
Sob a luz da cabeceira
Dentro do silêncio do nada.

André Anlub
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O ônus da prova

É assim mesmo
Ônus da prova.

Se há prova
eu aprovo
Se há prévia
vai ascender
Exatamente assim
Inova.

Não quero ver duelo
ver o elo...
Tudo se quebrar.

O desencarnar que rola o mundo
Tão profundo a cada dia.

Com os pés descalços sinto a terra...
Com eles calçados vou à guerra.

A visão do mundo melhor
Da união nua e eterna
Aquém da lua e sol
Banhados em águas sagradas
Imponentes e absolutos
A união do bem e o mal.

André Anlub