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Mostrando postagens de Julho 2, 2012
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Nada e tudo

Nada poderá ser dito
Pois coisa alguma mudará o agora...
O concreto é espelho
São olhos verossímeis e diretos.

Nada poderá ser visto
Pois tudo é breu
Qualquer fagulha nesse espaço...
É como vulcão no vácuo
Tamanho sem poder.

Nada poderá ser tocado
Pois se não pode ser visto...
Onde estará?
Absolutamente preto no preto.

De repente alguém saiba o que é para ser dito
Até tocá-lo com delicadas ou nervosas mãos
Quiçá vê-lo nitidamente
Aonde se encaixam o sim e o não.

Mas se estiver no âmago de um buraco negro?
Na fantasia de um artista?
Ou meramente no amanhã?

André Anlub


Cresce...

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Amigo, André, seu convite tocou o ínfimo.  Sempre nobre em seus gestos e sua poesia.  Permites que a poesia cresça compartilhando teu espaço para amigos. Agregando linhas como fio, pondo defesa para farpar e proteger os regaços poéticos, deixando espaços largos para os pousadores de sonhos se aninhem e cantem, cantem-nos. Obrigada! Sinto que minha alma cresce. 
Inspirados sejam nossos sentires.
Confesso que minha admiração de amiga e fã, tão somente só... ..cresce. Cresce em respeito e seriedade.
Obrigada outra vez e sempre!
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