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Mostrando postagens de Agosto 2, 2012

EM CIMA DO SALTO

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Com graça sofisticada Aos teus pés te reverencio Destaco, realço e calço O teu bom gosto em que confio
Acompanho delicados passos Daquela que me quer Invisto, insisto, nessa ousadia Em que se destaca uma mulher
Apurado prazer que, liberta com maestria  Na autenticidade que revela A segurança de um salto  Faz com que desafie uma passarela
No equilíbrio que me consentes Reluzo nessa malícia Audaciosa, fugas,
...Sabendo-se da magia que envolve cada mulher Onde não poderia ser o contrário Ressaltando a evidência da elegância Quando tira um salto alto do seu armário! Mônica Pamplona. 20/10/2011

OLHOS E MÃOS - ANDRÉ ANLUB & MÔNICA PAMPLONA

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FOTO PESSOAL.

Olhos que fitam o azul celeste
Pensando em um dia desvenda-lo
Olhos que veem vultos por detrás de ideias
Sabem da capacidade do poder imaginário.
Olhos que desvendam a escuridão. Que buscam verdades na luz encontrar. Desconhecem o afago que envolve, os mistérios que delata cada olhar

Ousadia das mãos...
Plantam e criam
Remetendo os seres ao mais adiante mundo
Ser que fica desnudo
Ser que fica vestido
Todo e qualquer atributo.
Se na ousadia das mãos que tentam expressar o que dizem. Seguem adiante e falam. No mudo silêncio permitido. Acanham-se no tempo e se calam.
Olhos que mergulham em longínquas profundezas
Tirando o corpo físico do lugar comum
Olhos que trafegam no vão e vêm de letras
Na mão e contramão de amores e lendas.
Olhos que vaidosos pela visão Trafegam apenas pelo que enxergam Não conhecem as entrelinhas Do sentir, contido, em cada verso.
Mãos de um ser...
Rápidas, elas desvendam segredos
Revelam medos da mais delicada forma
Transmitem o que dos olhos já foram vistos...
Ou até mesmo o que g…
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Laço em pingo d’água

Um amor quase impossível
Dividido e abstrato
irremediável, irreversível
Sem visão, sem olfato
Sem audição, paladar e tato.

Buscando sair do ostracismo
Além do mais querer
Além de tudo que é vivo
Além do mero prazer.

Se revirando em mil
Conquista a ser feita diariamente
Um enlouquecido jovem senil
Mil e uma faces, disfarces, vertentes.

No âmago do coração
Infinitamente se chamava de amor
Tão longe do alcance das mãos
Tão perto do alcance da dor.

Princípio ativo do fim
Primórdios de uma paixão ainda crua
Ilimitadamente para dizer sim
Mas o “não” ainda perpetua.

Busca consolo em quem te quer
Pena não existir tal figura
Roubando o coração de um qualquer
Castrando a paz e implantando amargura.

André Anlub