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Mostrando postagens de Fevereiro 12, 2013

Dois poemas para Gonçalves Dias

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Nau que jamais afunda
Poesia do amor é colossal Vive mil afetos e paixões Indizíveis nas puras emoções Faz da amada a imortal.
Navega em lugar desconhecido Na nau do porvir inesperado Sentimento na quimera ancorado Cobiça o anseio correspondido.
Face e sorriso na essência Delírio da memória registrada Afeto que se perde na estrada.
Mas se há ínfima clemência Refaz-se o mar antes navegado Renascendo o amor desamparado.
André Anlub® (Antologia 1000 poemas para Gonçalves Dias)


Salve, salve, Gonçalves.
Nos primeiros cantos expõe com nitidez enaltecendo a inspiração como tambores rufando com o encanto das palavras.
Nos segundos cantos conhecimento e afinação há tentativa de união e consolação nas lágrimas.
Todo poeta é alteza que exibe sua emoção também nos conta a memória páginas realmente vividas como nos fala em “Os Timbiras”.
E a memória não morre escorre e percorre as folhas em bolhas de um puro folclore que é a mais verdadeira verdade.
Salve, salve, Gonçalves.
André Anlub® (Antologia 1000 poemas para…
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