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Mostrando postagens de Março 20, 2013

Quatro para essa Quarta

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O renascer da Rosa
Nem sei como foi tão descuidado as mais belas flores murcharam. A terra que mesmo encharcada necessitava do brado soldado.
Com a desconfiança, ficou sem crença sem escrever, perdeu o hábito Viu a doença, desde criança. e pro seu tálamo, ficou em débito.
No breu do beco, o eco de um banjo lembrou um beijo que buliu num brejo.
O barrir de um elegante elefante é erudito aos seus ouvidos é imaginação e alto-falante.
O lampejo perdido ao apagar do lampião escurece o escândalo do acalanto no cunhal. E no plural ou na fração do som só ele e o tom só o bem e o mal.
O solo fértil e febril fervente pelo verão que derrete a solda soldando o corpo que ante doente o brado soldado à casa retorna.
Surgiu de praxe, regressou à escrita avistou o verso, cantarolou a prosa e a liga que escorreu bem quente foram seus prantos que despertaram a Rosa.
André Anlub®