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Mostrando postagens de Abril 4, 2013

Dois fresquinhos, saindo na fornada de hoje

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Foto: Estátua do poeta Patativa do Assaré

No teatro da vida
Um brinde à paixão aventureira abrindo o melhor champanhe se banhe na fonte da juventude faça dessa quietude a voz guerreira.
Mais ameno, segue firme, segue o tempo e ao vento, dissiparam-se as nuvens bem ao longe, as colinas, ornamentos e o verde, um alento, é perfume.
A natureza é o presente de união da unção do momento com o desejo que o beijo assina embaixo, dá o laço encare o passo, pois o tempo é contramão.
Amanheceu e a paixão já fez a cama tomou café, leu jornal e foi-se embora e em outra hora, de repente, talvez volte pois no agora, fecha a cena, encerra o drama.
André Anlub® (04/04/13)

E por fim...
Ela quer recuperar a autoestima não ser a vítima dentro da situação na contramão de um sorriso largo na contradição de um fácil enigma.
Não quer falar nada sobre o salto alto nem da inocência da criança interior. Não fala do caro perfume de barato odor que ao apreço e ao berço, impregnou.
Traz má sorte ver a cara da morte antes de consolidar o casame…

Dia Internacional do Animal de Rua

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Mais um sonho junto de ti
Já fui rei, em longos sonhos fui também mágico, e sumi. Em terras belas de verdes incríveis fui afortunado, guri.
Via o sorriso surgindo em tua boca boca antes calada sem luz e sem voz. Deslumbrava-me com a magnificência da lua que não brilhava a esmo na madrugada no outro extremo de nós.
Via a doçura do sincero amor pois o sonho nunca foi só meu foi de ti, da paisagem e dos versos foi do inverso do enfoque na dor.
São longos sonhos, porém acabam. Mas não é tão mal... Pois fica a análise, o pensar, a lembrança às vezes fica a bonança e o bem-estar.
Fica a satisfação de saber que a ilusão copiou com perfeição o nosso real.
André Anlub® (03/04/13)