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Mostrando postagens de Julho 17, 2013

Aquela quarta fantástica e famélica de poesia?

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Morrem as abobrinhas
Venha, chegue mais perto, Quero sentir seu hálito delicado e forte, Sopro de amor e gosto. Agora chegue ainda mais perto, Cole seu nariz no meu, Quero entrar nos seus olhos, no mar infinito, E no universo negro e mágico, Onde tento ver o meu rosto.
Digo em alto e bom som como é bom, Quero sempre fazer parte dessa história, É salutar, Mas periga ser um vício.
É no início, na essência, Onde bulo e reviro a memória, Vejo que nessa guerra vale a pena lutar.
Ninguém vai nos dizer o que devemos fazer, Nunca mais - não, não! Com o certo ou o errado deles, Dos ralos, dos reles, Limpamos o chão.
Acabaram-se as abobrinhas nas nossas mentes, Nem se falarem hipoteticamente, Só verei as bocas mexendo, Sem som.
Agora há o costume de seguir o próprio caminho, Escolher as pontes e portas, Ficar frente a frente com o vendaval, Sem o aval alheio, sem olheiro, Sem frase feita e sorriso banal.
André Anlub® (17/7/13)