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Mostrando postagens de Agosto 2, 2013

Um poema feito nessa manhã.

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imagem: web
É o lodo na ladainha do saber viver
Farei uma enorme promessa, Dessas difíceis de acontecer. Subo escada de joelhos, Levo uma pesada cruz até o outeiro, Deixo de fato a bebida e o cachimbo, Mudo-me no ato para o limbo E fico o tempo que merecer.
Tudo que é novo de certa forma vai assustar. Já foi construído o castelo E agora recebe uma bela pintura. Foi escolhido aquele azul clarinho, Quase turquesa,  Que é gêmeo da beleza, Da azuleja do seu olhar.
Fim de papo, na papada cansada Dessa ladainha. Vou cair na real, pois agora é hora de festa. Colocarei a torta de amora na mesa E aquele café fresquinho. Pegue o bongô, Afine o cavaquinho, E tocaremos aquela preferida Do meu avô.
O amanhã será sempre improvável Se eu não sentir seu cheiro. Irei me sentir o ébrio de beira de estrada Com os faróis ofuscando a visão.
Várias vezes fui bem abusado E mal avisado fiquei visado. Já sou conhecido por ter nascido No lado errado na hora em vão.
Sempre comecei pelo modo mais fácil, Afinando os chifres nas cabeças dos caval…