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Mostrando postagens de Novembro 11, 2013

Limpeza (Um quê de Bovarismo)

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Limpeza (Um quê de Bovarismo)
A realidade concorre com minhas vertentes, e elas, céleres e insanas, saem na frente. Ouvi dizer que sempre vale a pena.
Faço roleta russa com o imaginário, e nesse voar de um total inventário castram-se cobiças e integra-se a pena.
Vozes tendem o som do trovão apocalíptico pisar no vil tédio. Letras brotam num mata-borrão, curam, inebriam, quão doce remédio.
Estouram paixões sempre aludidas, cantam canções, danças nas chuvas. No certo e no cerco um céu de saídas, arte que inspira expurgando áureas turvas.
André Anlub® (11/11/13)

Esvazie-me, preencha-me...

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Esvazie-me – preencha-me conheça o verso e o avesso, rima após rima, sabe que deixo! E depois, ao acordar sozinha, vá viver se estou na esquina.
André Anlub®