O calor da Flor

Brinquedo novo que me dei de Nata adiantado. 
Máquina de café ex(es)presso manual. 
Já estreei e recomendo.


O calor da Flor

Prefere a Natalie a Keira, mas isso é outra história!
Aproveitando o gancho, a deixa, dá-lhes os loucos amantes,
Sempre por ai, largados e atinados.
Há um poeta que tem amor platônico,
Na verdade são tantos...
Antagônicos e adjacentes... (por que não insanos?).

Prefere, no inverno, usar um cobertor de orelha,
Ao invés de um casaco de pele, desses de pele de ovelha...

E ele escolhe, acolhe e se recolhe no conforto do lar e do sonho.
(bardo sonhador).
E sonha! sonha em se abrigar do frio com o calor da Flor... 
(é, ela mesma! a Maria).

É franco, modesto e aprendiz;
É raro um sujeito assim, muito raro;
Tem a alcunha de “Macuquinho-preto-baiano”,
E não há engano: é bem assim!

Na luz dos olhos verdes, azuis ou pretos,
No bate-papo na cama, caminhando pela praia ou na rede da varanda,
Nas várias opiniões contrárias, 
Nas várias ações que valham o tempo sublime em comunhão...
Sempre entrega seus pontos.

Vem, acorde-o, puxe uma cadeira e sente-se;
Prepare a paciência para ouvir seu longo sermão.
Depois surgem histórias lindas, poesias doces e inúmeras canções.

Irão servir também uns trecos para acompanhar:
Canapés com camarões e azeite de dendê,
Sucos de frutas raras,
Amor verdadeiro e música “démodé”.

- Lembra-se daquele boneco de ventríloquo?
Resolveu ser astronauta, mas não conseguiu!
Mas pelo menos agora ele se mexe sozinho,
Fala o que quer
E deixou de ser menino.

André Anlub®
(18/11/14)

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