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Mostrando postagens de Janeiro 6, 2014

Flor de lis, de lírio e lírico

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Flor de lis, de lírio e lírico
Chegando do silêncio veio como tempestade e mordia suas ideias tirava os laços dos futuros presentes mostrava o onipresente que ao botar pra fora os dentes provava não ser um Oni enfim.
Nomeada como imperatriz de amores que ganha de súbito sua coroa, trono e sonho se aproximando do súdito com suas suntuosas flores.
Ouço você falar em público: - o que seria mais certo - onde estaria o erro - qual a importância disso
A resposta vem com o ar fecundo  quebrando o coeso silencio queimando mil brancos lenços prevendo o fim dos futuros lamentos.
A resposta bateu de frente com seu cheiro de alfazema com seu humor de hiena e interpretação eloquente.
Na tela do cinema da esquina já se viu esse filme antigo de um multicor lírico com tons de pura boemia.
Sim, é poesia! Faz crescer as flores  e nasce nas flores crescidas.
André Anlub® (6/1/13)

Dai a César o que é de César

Dai a César o que é de César
Experimentar o néctar da vida Poder sentir a pureza... Com toque de plumas e sons harmoniosos.
Uma vida é um desabrochar, sabor doce do mel  Um “amargurecer” de todo amar Deflagra na emoção do sentir.
A autopiedade é companheira íntima do flagelo  E nesse doce, nesse marmelo, não entra a calda do reprimir.
Acrescento no arco-íris, ao lado do amarelo...  Um azul petróleo que faz exprimir.
Denota o lado escuro de uma bela cor No trajeto...  O inicio e o fim.
Em outras palavras...
Que em toda beleza pode existir algo ruim! Tudo é valido do ponto que se vê.
Aproveite o sol que resseca uma folha Aproveite a lua que inspira você.
André Anlub®