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Mostrando postagens de Janeiro 30, 2014

Ode ao louco

Ode ao Louco e Louco varrendo
Sente na carne o estrago que a trincheira do corpo deixa passar Flecha que não era bem quista, disritmia foi-se a bailar Casco inquebrável, por vezes tentado a traições.
Entre o espírito luzidio e a aura, há um fulgor de Foucault mais forte. Persevera a bondade do antes e do agora Ser altruísta de cumplicidade afortunada e contínua Mostra com clareza, destreza e simploriamente, os “nortes”.
A altivez tem tratamento, seja por vezes até o suicídio! Segurando forte em uma mão a vida moribunda... Na outra mão a morte... Acalento que soa sem perigo.
Suspenso pelo pescoço, com as canelas ao vento No abismo vê-se isento de culpa, de dor e remorso.
Dimanem sacrifícios? Não, chega de ignorância! 
Não sou adulto e nunca quis ser... Deviam dedicar suas vidas a cuidar dos filhos Deviam tentar exterminar todo o mal do mundo Deviam ver o verde... não amar o amarelo... Pintar na mente todas as rosas de rosa.
Não sou ninguém além de um louco Querer ação e fazer por onde... Nesse caso é errado…

Meus cães (André Anlub)

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Aniversário do meu filhão de rabo, Matisse. 7 anos!