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Mostrando postagens de Fevereiro 2, 2014

Nos braços de Iemanjá

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Yemanjá ou Iemanjá é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão yoruba Yéyé omo ejá ("Mãe cujos filhos são peixes"), identificada no jogo do merindilogun pelos odus ejibe e ossá. É representado no candomblé através do assentamento sagrado denominado igba yemanja.
Na África
Na mitologia yoruba, o dono do mar é Olokun, que é pai de Iemanjá, sendo ambos de origem Egbá. Yemojá é saudada como Odò ("rio") ìyá ("mãe") pelo povo Egbá, por sua ligação com Olokun, orixá do mar (masculino no Benim e feminino em Ifé), referida como sendo a "rainha do mar" em outros países. É cultuada no rio Ògùn, em Abeokuta.
No Brasil
A orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras e até por membros de religiões distintas.
Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro, a maior festa do país em homenagem à "Rainha do Mar". A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até o templo…

O louco, o felino e um filme

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O louco, o felino e um filme
Fez lobotomia, portanto torna-se um nobre louco que faz o lobo miar, mas é pirado e ainda acha pouco. Não sabe o que pode acontecer no agora que advém a poesia que mostra com maestria ao sair da boca do bicho-do-mato e tornar-se canção majestosa, ilustrando o eco da vida.
E na selva se embrenha – anoitece E um ponto vermelho – enlouquece.
Antigamente uma erva na mente e nos olhos cansados do felino refletia a imaginação de um lobo velho e birrento. Agora, não mais desconjuntado, dá-se calmo e cândido menino que abre as verdadeiras asas da alma o limpamento.
E na selva se veste – amanhece E um ponto de apoio – uns versos.
Cavalos selvagens pra domar ou deixa-los livres no não padecer da escolha - parecer da escolta - poder da escuta. No deflorar da coragem, segue acertado a passos firmes como um filme que lhe foi caguetado ao ouvido.
André Anlub® (2/2/14)