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Mostrando postagens de Abril 16, 2014

Na poesia Nascente

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Na poesia nascente
Aquele menino sabido e dono dele e você, Destemido e escrevendo é capaz de inventar;  Tornar-se-á mais um rugido - gemido - sussurrar  Que vai além do planeta, pois é tudo no bom de escrever.
Aquela luz lá no alto, voracidade do pensamento, Fez de instrumento a aurora que irá ao fim da noite nascer. É assim a pegada que marca cada momento, Dedo que sangra no espinho e sozinho cicatriza no tempo.
Esse moleque: Fez no sonho um gigante e sonhou em ser amado Amou como um amante que honra seu tempo acordado.
E o ponteiro vai descendo, vai subindo em pé e deitado... Cabelos brancos ao vento, e só o eco faz som de menino. E o mistério jamais quebrado que quebra o enigma do dia seguinte, Fala aos ouvidos ouvintes, fala aos ouvidos largados:
- Virão até mim navegantes, virão prostitutas e beatas, Trazendo ciências exatas e poemas escritos no escuro. - Todo o absurdo do mundo estará no bolso encurtado, Queimando por dentro e por fora um corpo jamais sepultado.
Aquele velho sabido que entregou su…