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Mostrando postagens de Julho 9, 2014

ANTOLOGIA POEMAS Á FLOR DA PELE, VOLUME 8, NA 23ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO

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ANTOLOGIA POEMAS Á FLOR DA PELE, VOLUME 8, NA 23ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO, EM SÃO PAULO!
9 de julho de 2014 às 20:56
“Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia”.
Carl Sagan

Sim, concordo com Sagan, é como fazer magia, transformar ideias em poesia e dali rabiscá-las nas folhas de um livro.
Este volume 8 Poemas já andou de mão em mão, recheado de Poesia. É um prazer lê-lo por ter em suas páginas grandes nomes da Poesia atual.

Primeiro esteve na Livraria Cultura, no dia 26 de abril, numa homenagem aos nossos 8 anos de realizações. O evento foi bastante concorrido com música de Marco Araujo e Ivo Ávila, performances de Marcos Bahrone e Alana Haase, a presença do grupo VIVAPALAVRA que lindamente fez um recital de poesias do livro 4, com Zaira Cantarelli, coordenadora do grupo, Adélia Einsfeldt, Cristina Martim Branco, Floreny Ávila Ribeiro, Jussara Cony, Mariah Vinditoz e  Soninha Athayde.
Estiveram lá nessa tarde de poesia os poetas, Ana Luiza Conceição, Auber Fiorovan…

Dois afagos da amiga Rê

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Dama de fé

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Triste é jogar a amizade no lixo por causa do desacordo de opiniões, E ver tempos depois as “opiniões” se abraçando.

Aquela fragrância de nova vida, da porta aberta do viveiro, Batia nos orifícios do nariz como coisa boa... Fubá fresquinho, coco queimado, doce broa... Acompanhada por um manacá-de-cheiro.
A respiração é ofegante, As almas se abrem ao som da ordem; Dizem que tão minuciosa é a vida Que sempre certa e transcendental Caminha toda a história.
Dama de fé (21/5/10)
É dama de fé famélica, Vive o amor como um Deus. Suas ações são suas vozes, São seus céus, versos e véus.
É dama que simplesmente faz, Jamais quis fazer parecer; Silencia e desmascara os atrozes Que respondem com vis falações.
Pros falsos profetas macabros Sorrimos com nossa benevolência, Pois são desumanos de mero vocábulo Que voam sem asas, nem rumos, E pousam fazendo injúria nos castos...
No frio e quente deserto das aparências.
André Anlub