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Mostrando postagens de Julho 24, 2014

Mar de doutrina sem fim

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Mar de doutrina sem fim
Houve aquele longo eco daquele verso forte desafiador; Pegou carona na onda suntuosa de todo mar agitado: - fui peixe insano com dentes grandes e olhar de bardo; Fui garoto, fui garoupa, fui a roupa do rei de Roma... E vou-me novamente mesmo agora não sendo.
Construo meus barcos no sumo da imaginação: (minhas naves, pés e rolimãs), E como imãs com polos iguais, passo batido...  Por ilhas virgens – praias nobres – boa brisa; Quero ancorar nas ilhas Gregas, praias dos nudistas e ventos de ação.
Lá vem novamente as velhas orações dos poetas, A tinta azul no papel árduo E vozes roucas das bocas largas, Mas prolixas: mês de maio, mais profetas.
E houve e não há, o que foi não se repete; Indiferente das rimas de amor – vem outro repente...
O mar calmo oferece amparo: - sou Netuno e esqueci o tridente, Trouxe um riso com trinta e dois dentes; Sou mistério que mora no quadrado de toda janela, O beijo dele, dela, da alma ardente que faz o mar raro.
Gosto de terrenos inóspitos, Provocar meus l…