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Mostrando postagens de Agosto 2, 2014

No vocábulo certo

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Folhas de Relva de Walt Whitman - pronto para degustação
No vocábulo certo
Num estalo a perfídia, o coração vai frigindo, Encéfalo em ignição, ideias mortas no momento; Logo vem a melodia serenando o acessível ouvido, E o ócio vem em vão e se vai prostrado no vento.
O estalo agora se faz apostando nova contramão, De antemão cria ilusão de um amor sem destino; No antídoto da bomba caseira, é besteira a presunção, Faz-se a retaguarda, desfaz-se a mágoa no sincero tino.
Num grito de piedade vem à aclamação do amor correto, Vai o torto, vem o reto da amante com absoluta lealdade, Tudo se faz na idade, se faz no tempo, no certo descoberto.
O grito emudece, o sol se acende e foi-se o astro miserável... A força para o fardo e a farda aposentada pela verdade; Não há disparidade e todo o vocábulo se entoa admirável.
André Anlub® (2/8/14)

25 anos sem o Rei do Baião

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Luiz Gonzaga do Nascimento, mais conhecido como Luiz Gonzaga e o Rei do Baião (Exu, 13 de dezembro de 1912 – Recife, 2 de agosto de 1989) foi um importante compositor popular brasileiro.2 Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado. (wikipédia)

Busto na entrada do Museu Luiz Gonzaga, em Caruaru