Postagens

Mostrando postagens de Setembro 6, 2014

O som do sino

Imagem
O som do sino
Surge o estalo disso ou daquilo,  Parte “Stalin” com o princípio de um novo; A poesia e a guerra se encontram no inicio, O precipício é o belo corte de adaga. Ser visível é risível, já que se apaga Se ficar retido na essência d’um ovo.
Todos se divertem assim na batalha: As águas rubras surgem regando, passando, Molham os pés e vão subindo aos joelhos; Os coelhos saem das cartolas, Voam sem rumo às cartas da mesa; O público aplaude de pé a beleza E a destreza do mágico mago de Angola. 
A peleja fortaleceu o Bento e a Benta, Amor que abaixa a mão, indo ao resguardo; No apreço que se funde a compaixão Faz do mundo elevação, redesenhado.
Submersos, todos reagem ao afogamento, Já que as águas chegaram à cabeça. Já sem limites, sem distinção, A epiderme torna-se clara ou negra; Sem rodeios, sem interlocução, Vão se os “nãos” e ilumina-se o momento.
Somente só e dó dormente pó, Ser e estar do outro lado.
Das ruinas ergueram-se castelos, Tocaram as nuvens com suas altas torres; Lá em cima não é sonho o so…