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Mostrando postagens de Setembro 8, 2014

1° Festiva de Poesia de Sampa

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1º Festival de Poesia da Cidade de São Paulo convida os trabalhadores e trabalhadoras poetas a participar
25/08/2014
Inscrições estão abertas até 30 de setembro. Haverá premiação em dinheiro

Se você é trabalhador ou sócio de algum sindicato filiado à CUT, mora na cidade de São Paulo e escreve poesias, inscreva-se no 1º Festival de Poesia da Cidade de São Paulo. As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro.

O festival, realizado com apoio da Prefeitura de São Paulo, é uma iniciativa do coletivo Correspondência Poética. O evento de premiação acontecerá no dia 22 de outubro, com interpretação das poesias vencedoras, show musical e feira literária.

Serão três vencedores com prêmio em dinheiro e mais 10 menções honrosas.

Para participar, é necessário se inscrever através da página do coletivo (clique aqui). Lá é possível também conhecer o regulamento. Os poemas devem ser enviados na forma de vídeo – com o próprio autor ou outra pessoa interpretando-os.

O Correspondência Poética nasceu em …

Arte do inacabado

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Dentro e fora do nada prático homem apático
Um específico sentimento colossal abrolhou. 
Abrigou a cautela num juízo lunático básico,
Cingindo o corpo e tocando o amor.

Arte do inacabado
(30/07/12)

Estão nos planos os santos de barro,
Tem sarro por debaixo dos panos.
Clamam alto para nós que somos insanos,
Na cruz em chamas vai que um dia me amarro.

Vagueando por claras crenças,
As prensas apertando o miolo.
Escuridão de densas indiferenças,
No preconceito não se reparte o bolo.

É obra-prima a arte do inacabado
Foi passado, é presente e futuro.

Se o azul é insígnia do infinito,
Onde o mito tem morada e poltrona,
Na telona vê absurdos dos filhos,
Um cochilo para diminuir a insônia.

Nada fiz, pois encarei só o que pude...
Livre arbítrio é um tiro no pé.
Tratei de lixo quem me mostrou ser rude...
E pra um suposto embuste sou feito de fé.
É obra-prima a arte do inacabado
Foi passado, é presente e futuro.
Poesias querem ser livres e voar; não fazem questão de egos e glórias! Senão seriam como belos pássaros em gaio…