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Mostrando postagens de Novembro 26, 2014

Implantação da ALB marca vida cultural de Araraquara

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Ocorreu no dia 8 de novembro a solenidade de posse e implantação da Academia de Letras do Brasil em Araraquara(SP), no Centro Nacional de Convenções e Eventos(CENACON). O evento marca o início das atividades da ALB em Araraquara.

A solenidade contou com renomados nomes da literatura, ciência e arte. Foi algo inédito na história de Araraquara, nunca houve antes a união de renomados nomes de prestígio litero-cultural em um único local.

“Sinto-me honrada em fazer parte dessa brilhante academia”, destaca a escritora Fabiana Juvêncio de João Pessoa, membro correspondente da ALB Araraquara.

A Academia de Letras do Brasil é uma instituição sem fins lucrativos, visa através de projetos ajudar a comunidade e um dos seus objetivos é diminuir a fome no mundo.

A atual presidente da Academia Michelle Zanin,20, enfatizou, em seu discurso, os deveres dos acadêmicos e os desafios frente à instituição. Michelle, é escritora, jornalista e ativista cultural.

Foram diplomados membros imortais vitalícios e cor…

Jovem reinado do velho Rei

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Jovem reinado do velho Rei

É duro, é mau, um trabalho pesado 
– mal pago e demasiadamente cansativo;
É puro osso, mas é bom...
Vale a pena tal masoquismo – maniqueísmo.

Será?

Se liga que a opção é entrar em ação,
Largar a ração e comer caviar;
Vem cá, ver ar e respirar fundo,
Pois o fundo do poço sobrou ao cinismo.

Achei meu chiclete perdido no fundo da bolsa,
Amassado, solitário,
Ainda cheiroso e macio;

Achei meu clichê perdido na ponta da língua,
Engomado, acompanhado,
Ainda leso e embirrado, clamando pela soltura...
Por um fio!

E aquela formosa lacuna a ser preenchida?
- Talvez por um novo amor, um amor verdadeiro,
Com alma e cheiro – boca sedenta
Pintada de magenta e um ar de loucura.

E aquele tempo perdido?
- Talvez um sexo mal feito, um rasgo no peito
E o ardo compromisso de não ser omisso
E se dar por inteiro enlameando-se no ofício.

Eis um novo reinado de um grande palácio,
Com mais de cem quartos,
Sem seios fartos, orgia e folia...
Eco solitário na imensidão do vazio.

Quem seria o amor de ontem
Que ainda …