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Mostrando postagens de Dezembro 14, 2014

Inocente e réu

Publicação by LabCriativo.
Inocente e réu (André Anlub - 21/12/10)
Andei por caminhos difíceis (sombrios e íngremes) Descobri a esperança e o renovar de cada andança (caridades e crimes) Peregrinando e observando no caminho Pássaros que vão e vem E seus gravetos nos bicos. Lembro-me de outras épocas, Ninhos de cantos e gemidos... Vida de baixos e apogeus. Ah! sinto saudade, sinto o perdão que outrora não conhecia. 
Aprendi durante esses anos vividos A amar e saciar a quem me sacia. Aprendi a doar-me mais e cobrar menos, Ser moderno amando o eterno e ser bom aprendiz. Aprendi a conter minha raiva, ter paciência, Pisar em ovos e passar feliz. Nesse caminho, sob a luz da lua, declamo mansinho os Versos teus...  O vento mexe as margaridas Campos de trigo - minha vida (baú de amigos). Em outra vida devo ter sido rei,  Talvez um nobre,  Bobo da corte ou um plebeu. (de nada importa!) Na paisagem de tua janela, de frente ao lago, o pôr do sol. E no crepúsculo, ouvindo os sapos, os violinos, clave de sol. Sinto o toque di…

A Terra - Tudo azul

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A Terra - Tudo azul (André Anlub - 7/1/11)
A terra é um coração - grandioso terreno Aguardando sempre as sementes certas. Sejam quais forem os frutos... Todos contêm novas sementes. Com a ajuda do beijo do banho Das chuvas perfeitas, perfeitas águas, Com o clima ameno do sentimento Mais que um afetuoso momento. Persevera a vida: Linda, desejada e indecifrável. Outra semente: Germinada é outro “rebento”. A natureza da sua jornada, Quase tudo que se brota do (quase) nada: Metamorfoses, nada se perde. Da fotossíntese o ar mais puro Cada um cuidando da sua terra. A bola mais verde seria utopia? Longínquo, mas é possível? Somos seu rebanho, Vivemos e comemos dos seus verdes pastos... Um futuro imprevisível.

Acalmando a Alma XV