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Mostrando postagens de Dezembro 17, 2014

Ótima noite aos amigos...

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Carro-chefe da vida

Publicação by The Jolly Boys.

Carro-chefe da vida (André Anlub - 11/10/12) Dizem que vive de pão e água, É intocável e onipresente Seguidora do fluxo da vida E violentamente inocente. Pai e mãe da maioria dos desejos, Manifesta os sabores e dissabores, Inexauríveis amores e desamores... De calibre incoerente. Pula pelos corações inflamados, (cutuca, grita, devora) Delibera-se nos canteiros que aflora, Corrente casta invisível. Do atual lirismo à nostalgia inerente, Em serenatas e poesias... Faz-se mais que presente.

Mais alguns "tempos"

Publicação by RadioConnectMusic.

Em breve e logo mais, não são “pra já!”  (em doze tempos) André Anlub®
V
Vulcões estouram, à realidade da lâmina do vento, Entre diversos contratempos: melancolia e saudade. Seguimos espertos nos mares, nos maremotos cabreiros, Nos peixes-espadas guerreiros e ingestão de ornamentos.
O tempo agora é amigo – parceiro, sombra e herdeiro; Delicado, bem-humorado, sorri a mim com sarcasmo. É meu ouvinte esse tempo, o grito que ensurdece os receios, Segredos e vivencias e abrigos – antigos pensamentos são recentes.
VI
Barba enorme e o cabelo que não cresce, Prece disfarçada de poesia. Todo dia um bom-dia à “reprise” E o “vixe” que procuro nas nuvens.
Damos sempre “viva” aos mortos, E tem aquele que se faz evidente; Cantam descrentes e crentes à sorte, Cantam ao norte na hipocrisia da vida.
VII
Enquanto o sol beija meu corpo Na fria manhã dessa quarta, A folhinha com os dias marcados, Parece caçoar da minha cara.

Dueto da tarde [XV]

Depois que a sombra tomou conta da lua, fazendo-se menina também,
Desenhou um sorriso (lá e cá), e agora almeja ir além.
Depois que a lua mostrou à sombra que era ela e mais ninguém,
Desvendou os mistérios, trouxe a paz que apraz o “porém”.

Estavam as duas como sempre estão as duas quando o mar se acalma,
Ponto de luz cintilando no espelho, desvanecendo o receio de um futuro breu na alma.
Para a imagem de sol que guardava ainda na lembrança, ergueu as mãos, mostrou as palmas,
Sentiu o respeito, o respiro, o silencio, a saliência e o bendito dos peixes e de todas as finas floras e faunas.

Era um tempo gasto em se mirar nos espelho das águas mansas e reticentes,
Em ver o próprio rosto sorridente, ver felicidade e futuras pulcras nascentes
Onde reconhecer a sombra das coisas e a sombra das gentes.

Assim molda-se a vida, construindo as saídas pelos naturais caminhos
Que dão à sombra da lua modo e razão para amar seus desalinhos
E ela se dispensa; entra em cena e põe a mesa a energia dos astros vizinho…