O amanhã...

Não sei se amanhã o céu estará mais azul,
Nem saberei se estará encoberto, escondido.
Pela minha janela ele é um pequeno, gigante, idoso, menino...
Fico observando-o; e ele a mim e a todos;
Há belas nuvens que estão chegando e acariciando esse céu glorioso,
Cobrem parte dele;
Fazem da intimidade exposta, um “nem tanto”.
Há agora um misto de azul, branco e pontos pretos...
Pássaros mansos que sobrevoam,
Mas apenas pontos (aos olhos secos do homem).

André Anlub 
(2/1/15)

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