É a hora de Botticelli pintar-te



É a hora de Botticelli pintar-te 
(André Anlub - 22/6/13)

Tu és a oitava maravilha do mundo.
És amor, nostalgia, atualidade,
A alegria que criaste ao redor.

No suor da tua labuta, 
Na gota do teu pranto,
Há o brilho da vida minha, 
Há o tempo que é nosso dono.

Fizeste meu ar mais ameno, mais leve...
E em breve momento fizeste nosso destino,
Que agora eternizado.

Tens nas mãos a magia,
O poder de dar vida no que tocas.

Tua fala levanta longo voo nos teus cantares,
E na pequenez de curtos versos
Nascem grandes histórias,
Cordéis... dos melhores.

Digas sempre sim,
Minha alma carece desse afago,
Desse amor,
De teus flertes.

Foste lá:
No colorido do novo mundo,
Onde os poetas sorriem
E erguem castelos.
Onde os martelos penduram belas pinturas,
Onde esculturas são vivas e beijam,

Onde há o amargo só nas frutas mais verdes.

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