Outros ares



Se há uma extrema exceção – um em milhões, por exemplo –, é aquela história: “achar uma agulha no palheiro”.  Não há utopia nisto, é só tascar fogo na palha.

Vou degustar outros ares,
Novos mantras e músicas,
Devorar os segredos
E digerir o dom.

Vou esculpir o vão
E redesenhar velhos mares,
Fazer da vida um folguedo
Num real sonho bom.

Vejo o ser montanha russa,
Dando tapa na fuça da depressão.

Vejo a beleza em rubores de fúcsia,
Sendo cor ou sendo flor,
Sempre adoração.

André Anlub

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