O calor da Flor

Zico – Rio de Janeiro (mar/2014)

O calor da Flor          
(André Anlub - 18/11/14)

Prefere a Natalie a Keira, mas isso é outra história! Aproveitando o gancho, a deixa, dá-lhes os loucos amantes, sempre por ai, largados e atinados. Há um poeta que tem amor platônico, na verdade são tantos... antagônicos e adjacentes...  (por que não insanos?). Prefere, no inverno, usar um cobertor de orelha, ao invés de um casaco de pele, desses de pele de ovelha... e ele escolhe, acolhe e se recolhe no conforto do lar e do sonho... (bardo sonhador). E sonha! sonha em se abrigar do frio com o calor da Flor... (é, ela mesma! a Maria). É franco, modesto e aprendiz; é raro um sujeito assim, muito raro; tem a alcunha de “Macuquinho-preto-baiano”, e não há engano: é bem assim! Na luz dos olhos verdes, azuis ou pretos, no bate-papo na cama, caminhando pela praia ou na rede da varanda, nas várias opiniões contrárias, nas várias ações que valham o tempo sublime em comunhão... sempre entrega seus pontos. Vem, acorde-o, puxe uma cadeira e sente-se;
Prepare a paciência para ouvir seu longo sermão. Depois surgem histórias lindas, poesias doces e inúmeras canções. Irão servir também uns trecos para acompanhar: canapés com camarões e azeite de dendê, sucos de frutas raras, amor verdadeiro e música “démodé”. - Lembra-se daquele boneco de ventríloquo? Resolveu ser astronauta, mas não conseguiu! Mas pelo menos agora ele se mexe sozinho, fala o que quer e deixou de ser menino.

Nos dias 29 e 30, Brasília será tomada pelo frescor dos pensamentos de uma juventude aguerrida e que não foge à luta. Estaremos perfilados no combate ao retrocesso! #ReduçãoNãoÉSolução
Posted by Jandira Feghali on Domingo, 28 de junho de 2015

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