Sentindo-me

ABSURDO! Madeireiras mentem, o Governo compra a mentira e quem paga o pato é a floresta. Documentação oficial...
Posted by Greenpeace Brasil on Terça, 9 de junho de 2015


Sentindo-me

Hoje acordei meio zonzo, perdido, a perigo... 
Sem prefácio!

E o difícil, com as horas, se fez fácil.
Vendo a delicadeza da natureza e seus contornos, 
Seus adornos e suas purezas...
Sinto-me mais humano e mais frágil 

Tão frágil quanto a própria beleza
Que se desfolha nas mesas
Destes dias tão covardes
Sinto-me invernar as verdades! 


Mas de certa forma poética desato a falsa ética
Encaro meus insones medos
Solto nos meus brados, meus segredos
Divulgo as singularidades. 

Abraços dados entre dedos
Almas difusas em linhas
Poemas nascidos sem rinhas
Poesia brotando em harmonia 

Hoje poderei dormir mais leve, mais breve... 
Sem epílogo!

As horas são minhas escravas...
E com a chibata da inspiração e sem mais nenhuma cobiça
A faço submissa...
Cravo minhas clavas.

André Anlub e Márcia Poesia de Sá

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