amanhecer de 26 de julho de 2015


Às vezes esqueço seu nome, mas logo me lembro que não faz mais diferença.
(amanhecer de 26 de julho de 2015 – 05:15 am)

Noite romântica, ar de esperança, desarrumar da cama e arrumar de você. Mas foi sonho! Dia sonambulo, noite sonambulo, ar de molambo, cabelos longos e loucos gracejos. E foi sonho! Tarte tortuosa, previsão tortuosa, ar de verso e prosa, sol despontando na fresta do olhar de lado, no vale amarelo que vale mais que a oferta. E é real! O cérebro brilha com tamanha intensidade que expele uma luz forte, inspirativa e multicor pelos olhos; colore todo o ambiente e faz-me lembrar por um momento, momento único e ligeiro, que os olhos já foram castanhos. Sorrio aos poucos, bem devagar, mas logo a cachoeira despenca no real do real do mais que real da tempestade na alma. Da ascensão à queda, do porco assado do regozijo da embolia anorexia à dieta feita lá na casa do baralho, jogando baralho com a mãe Joana. Tudo não faz sentido no sentido errado da meta, na confusão das setas que se misturam aos olhos viciados. Nesse momento chega o bom dia, alegre, com pássaros coloridos que pousam na janela; com pão fresco que sai do forno, com sorrisos verdadeiros, olhos festeiros e muito mais tempos juntos; a atenção é gigante, também imensa são as conversas que esquentam os ouvidos; tudo é belo, pleno e bonito... tudo é perfeição. E novamente é sonho.

André Anlub

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