Nem toda Morte é Morte


Nem toda Morte é Morte
(André Anlub - 2011)

Hoje bem cedo pela manhã
Sentei-me à mesa do bar para me fartar
Letras se formaram no café expresso
Não dei importância, confesso...
Queimei a língua e bebi.

Enterrei a inspiração ao nascer do sol
Errei de rumo, mudei de mão
Olhei-me no espelho e vi solidão
Fiz do fim uma música.

Peguei a gaita e o jeito
Berrou um blues dos pesados
Poesia traçada na harmonia única
Bate com o coração no meu peito.

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