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Mostrando postagens de Abril 20, 2015

Noite de 20 de Abril de 2015

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Noite de 20 de Abril de 2015

Iniciava-se: há ditadores querendo salgar a carne do churrasco. 
Isso é inadmissível!

Fiz aniversário no começo do ano. Não tinha bolo, mas tinha bala! 
E da boa e bem doce.
Não sou mais um consumidor assíduo de doces, só os mais “light”.
A criação atualmente é meu carboidrato, minha glicose, minha paçoquinha, meu doce de leite com suco de amora.

Agora vi na televisão: mulher deu a luz a cinco crianças; agora olhei para o céu e cinco estrelas se destacaram.

Medianamente o meridiano escolhe uma ponta. Espontaneamente o espontâneo fica indeciso.
É muito siso para um inciso nessa pouca boca; é muito oca para se construir uma oca e ocupar todo espaço preciso.

Farei aniversário no começo do ano que vem. Talvez tenha bolo, talvez tenha bala!
E, de boa: nada de doce.

André Anlub

Dueto da tarde (CXXIX)

Essa mergulhadora ganhou um novo amigo!Climatologia Geográfica
Posted by Climatologia Geográfica on Segunda, 20 de abril de 2015

Dueto da tarde (CXXIX)

A lâmina da espada reluziu ofuscando os olhos inimigos.
O mesmo brilho partiu do escudo e do peitoral, abrindo estradas na escuridão assassina.
Caiu à tarde escarlate com uma flecha atravessada no sol de um domingo.
A marcha do olhar determinado avançou sobre a covardia infame, fazendo da fama a foice e da fome a sina.
Batalhas não são fáceis e guerras são batalhas após batalhas. Quando desembainha sua espada o guerreiro sabe disso.
Os brilhos se apagam enquanto o sol dorme na colina. O sangue fica fosco, o rosto fica triste, o poço é fossa e cova para os guerreiros que perderam seu viço.
É dor, é grito de dor. Mas não é grito de socorro nem de piedade. É a guerra da vida, cotidiana e implacável. E é a vida da guerra.
Uma fera que nasce todos os dias – noites, se cria – cresce, se defende – ataca, se maltrata – achincalha, se descobre – se ent…

Tarde de 20 de Abril de 2015

Hahaha no way! How fun does this look?!!
Posted by Matt Banting on Domingo, 1 de março de 2015

Tarde de 20 de Abril de 2015

Vem à dor de cabeça, mesmo que imaginária.
Vêm os placebos da leitura, escrita e ficar solitário.
A versão da história há tempos foi deturpada,
pois nunca faz-se nada que não traga um avesso apraz.

Nada é capaz de entreter intermitentemente os eu próprio capataz; loucura, e é mesmo.
O avesso agora se fez travesso e belo, repartindo o bolo em ¼ de desequilíbrio.
Complexo colorido de combinações perfeitas aos olhos perplexos e mentes entreabertas;
Mentes de calibres sutis, em situações de insinuações sinuosas e citações hostis.

Vem à dor na perna, mesmo que real.
Após a corrida vespertina em um suor mais forte, em um sol mais forte, um pique mais forte de um corpo mais fraco.
É abril, mas poderia ser sonho; é um mês escancaradamente gordo. 
Os bordões estavam prontos e os bordéis idem: tais “ai” e “hum” e “ha” num vai e vem intenso de dar inveja ao pêndulo do relógio antigo da …

Manhã de 20 de abril de 2015

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Manhã de 20 de abril de 2015 

Já de praxe: meu maracujá gelado e a impressão de algo largo longo lerdo no ar.
Ser leigo nas conclusões não é algo estranho? não, nem tanto! 
Cobiço sempre os pingos nos “is”, e até levo desaforo para casa... 
Mas sabendo e admitindo que esteja levando.
- Sou absolutamente parcial e gosto de ter conceitos sobre tudo... 
Mas sabendo que os mesmos podem mudar, admitindo e procurando acertar... 
Caso esteja errado.

“Isso” ou o “aquilo” são coisas corriqueiras; mas nada é corriqueiro quando se vive o momento.
Há algo no ar: talvez seja somente ar mesmo; talvez seja poluição; talvez seja um cheiro doce que ficou na memória; talvez o cheiro de comunhão, velas acesas e... Esses “trens” (jeitinho mineiro).

Vou comer um queijo com doce de leite e goiabada, beber uma cachaça e volto.

Há algo no ar: não é algo comum, extra comum, 
é algo turvo, fora de foco que necessita acabamento...
Mas sem martírio!
Fiz juramento de arrumá-lo, deixa-lo tinindo... Seja lá o que for.
Em dado mom…

Animal do bem e o tal

Policial Militar de Pernambuco mostra outros dons além o de servir e proteger!  Vale a pena assistir!
Posted by Marcos Do Val on Sexta, 13 de março de 2015

Animal do bem e o tal 
(André Anlub - 28/05/13)

São animais indiscretos e contemplativos,
Na mansidão imaginária e cada vez mais.

No hipotético paraíso na zona de conforto
Vão chegando, vão vivendo outros desafios,
Pés que não cansam de andar fora dos trilhos.

Vê-se os trilhos do bonde
No pé das frutas do conde,
No entorno do misto dos milhos
Com as doces e tortas espigas
Do conde de monte cristo.

Na ré do trépido bonde,
Tudo trepida e o vinho vai longe...
Entorna, esguicha e mancha
A roupa de linho da moça
Que o pranto fez poça 
(a olhos vistos).

São animais de cegos charmes
E quase sempre atrapalhados,
Na obsessão que alguém os agarre
Salvando-os do fortuito afogamento
Dos salgados e amargos mares.

São animais como nós,
Com nós nas vis ventas;
Que inventam o ar atroz
Logo após se lamentam.