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Mostrando postagens de Abril 29, 2015

Os cavalos, as tulipas e uma vida

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Desabafo de uma professora paranaensePosted by Enio Verri on Quarta, 29 de abril de 2015

Os cavalos, as tulipas e uma vida (continuação de “Se todas as tulipas fossem negras”) (André Anlub - 7/6/13)
Meu cavalo relinchou por comida quer algo esquecido e sem fim. Quer banquete farto e antigo quer minhas loucas iguarias pois já está farto de capim.
Meu cavalo veio à minha porta nessa torta manhã de domingo. Ouvi com delicadeza sua clemência e chorei feito menino.
Mais uma vez só vejo as tulipas negras e o verão mergulhado no inverno. O inferno com suas portas abertas badalou os sinos e colocou o capacho de “bem-vindo”.
Mas, minha gente amiga... beijo a vida vadia. Deem-me as mãos, me deem guarida não quero ser julgado, é covardia.
Como réu confesso, meu cavalo se vai some ao longe, pelo canto da estrada. Sua estada é sempre trágica e, como mágica, ressuscita as tulipas.
ATUALIZAÇÃO: números do SAMU: 150 feridos, 8 em estado mais graves, devido a tiros de borracha e mordidas de cachorros...
Posted by Gazeta do P…

Tarde de 29 de abril de 2015

E quando o português ganha este acento oliventino?► Comovente este "fado corridiño" dos ACETRE (folk bilingue) de...
Posted by Café PORTUGAL on Sábado, 11 de abril de 2015

Tarde de 29 de abril de 2015 (com um “tico” de “pronto, falei!”)

Veio um cheiro de sopa, aquela que a avó fazia nos tempos de criança... Geralmente quando eu adoecia. De repente é psicológico: o cérebro me pregando uma peça.
A solidão atualmente é momentânea – é tempestade – que passa rápido e me dá até gosto – até gosto – pois refresca. Aprendi a lidar com a solidão não sendo solitário, pois às vezes a escrita pede reclusão e às vezes a leitura o isolamento; há tempos havia muita companhia, mas também um vazio importante a ser preenchido e isso me tornava só e sempre disperso. Achei à escrita, achei o meu Norte. Hoje tenho poucas, mas importantes e essenciais companhias: escrita, companheira, cães e alguns amigos, e sinto-me completo... Acho que amadureci nas carências, pois hoje em dia me conheço melhor; c…

De um poeta amigo:

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O Poeta e a Rima...

Um sonho que carrego
desde a minha juventude
ser poeta, fazer poesia
inspirado nos autores
dos livrinhos de Cordel
do meu avô Chiquinho.

As histórias sempre belas
Algumas, porém bem tristes
outras de lutas e glorias
que muito me comovia
sentia cada palavra 
como linda melodia.

Rabiscava alguns versos
em casa ou na escola
no sonho de ser poeta
o que escrevia mostrava
mas ninguém se interessava
eram poemas ao vento.

Começou minha procura
garimpando pela vida
buscava a palavra certa
muitos livros, muitas poesias
rimando, rimava rimas
sonhando em ser um poeta.

Procurei por todo canto
o que está aqui comigo
a poesia está na alma
a poesia está num gesto
a poesia está no olhar
a poesia está em nós.

Achei as sílabas certas
achei as rimas perfeitas
vontade rima com amor
saudade rima com distancia
amizade rima com encontro
felicidade rima com alegria. 

Descobri mais nessa arte, já sei rimar, sei versejar:
Aline Romariz rima com Teco Seade e Wander Porto,
Akira Yamazaki com Edvaldo Santana e Lady Lin Quintino,
Dilc…

Enlace das almas

Cruising through the incredible Kimberley region of Western Australia. Pretty amazing right? (Video: Clip Media Motion onboard Kimberley Expeditions)
Posted by Australia.com on Quarta, 22 de abril de 2015

Enlace das almas 
(André Anlub - 20/8/14)

Deu início aquela conversa; 
Deu o ensejo com a fuça de lua cheia;
No bule o café bem fresco,
Na mesa o bolo, a maça e a ameixa.

Na troca de vocábulos transpõem-se os obstáculos,
Surge um oráculo inócuo no enleve dos versos leves;
O dia rasgando com o sol no arrebate da torra,
A noite fica sem jeito e deseja que escuridão se entregue.

Nada daquilo é fracasso se o ocaso se vestir de amarelo,
Largar um breu quase eterno, e com isso também foi o tédio...
Há de parar com os remédios e vestir uma sunga e calçar um chinelo.

Para todos a areia está fofa, o mar bem calmo e a brisa a contento;
O inesperado não é tão enigma, pois temos a insígnia de um nobre guerreiro.

O cabelo castanho vai ficando branco; o branco dos olhos, vermelho.
O ano já está quase acabando, e d…

Dueto da tarde (CXXXVIII)

A partir das 22h, assista ao filme Gata Velha Ainda Mia e converse ao vivo com o diretor Rafael Primot! Prepare suas...
Publicação by Canal Brasil.

Dueto da tarde (CXXXVIII)

As lamentações da menina complicada batiam numa parede de indiferença,
Mas não a muralha sólida do machismo (desse era estava habituada, não conivente). Era algo mais fácil de engolir, se fosse compreendido. Mas se a menina compreendesse a indiferença da parede provavelmente não se lamentaria. Nem seria complicada. 
Na visão nada simplista da maioria: a maioria quer ser compreendida e não compreender. Então assim se coloca um cérebro na parede com direito a diploma de filosofia.
A menina chama pintores, decoradores, construtores, arquitetos, engenheiros: ninguém possui a fórmula e a parede permanece intacta.
Habitualmente, no corriqueiro das pessoas, a saída seria construir outra parede em frente à parede; camuflar o problema criando outro.
A menina não chamou os técnicos para isso. Ela quer a parede no chão e quer seu c…

Manhã de 29 de abril de 2015

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Manhã de 29 de abril de 2015 (com um quê de barba feita)

A animação acorda junto! Coisa rara atualmente, mas sempre muito bem-vinda.
Abri meu jornal eletrônico, o qual assino, e li sobre política. 
É, politica. Aquela coisa que muitos odeiam, alguns participam e muitos não entendem. Todas as vezes que faço uma postagem com algum cunho político me arrependo! 
Acho que realmente fica complicado quando se fala o que as pessoas não querem ouvir (até mesmo quando se está do lado delas). 
Vou me ater em escrever meus singelos rabiscos e continuar me expondo politicamente somente no meu voto e no boteco da esquina onde bato meu ponto, jogo gamão e derramo meus copos. 
Lavo o rosto e vejo aquela cara de ontem, meu cabelo está carecendo de um corte curto, é mais prático e o calor abranda. Escovo meus dentes, lavo novamente o rosto, faço meus alongamentos e vou-me ao banheiro de fora, da área dos fundos. 
Lá já tem um livro me esperando e o meu trono que adoro. Agora vamos falar em poesia, em algo rom…