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Mostrando postagens de Maio 9, 2015

Morre no Grande Recife a cantora Selma do Coco, aos 85 anos

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"Ela estava internada há 28 dias, por causa de uma fratura no fêmur.
Artista sofreu parada cardíaca e depois falência múltipla de órgãos.
A cantora Selma do Coco, 85 anos, que estava internada desde o dia 11 de abril, morreu neste sábado (09). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital Miguel Arraes, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Ainda não há informações sobre velório e enterro.

De acordo com nota divulgada pela unidade de saúde, ela morreu depois de ter sofrido "uma parada cardíaca, sendo reanimada, e seguida por falência múltipla de órgãos". A família de Selma do Coco precisará liberar o corpo da cantora no Instituto de Medicina Legal. "Como a paciente deu entrada na unidade de saúde com uma fratura por causas externas, o corpo foi encaminhado para o IML", informa o documento." 

Link: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2015/05/moree-no-grande-recife-cantora-selma-do-coco-aos-85-anos.html

Dueto da tarde (CXLVIII)

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Dueto da tarde (CXLVIII)

Era uma lua muito tímida que amava seu sol com paixão fervorosa.
Afeição desastrosa, mas real e recíproca que lembra o filme “O feitiço de Áquila”.
Um não pode, o outro não pode e os dois querem. A lua ama o sol na lua. O sol ama a lua no sol. E o céu assiste.
Daqui de baixo é contemplação, aplausos e uma nova fábula; falar nos dois é corriqueiro, mas como disse o poeta: “quais são as palavras que nunca são ditas?”.
Nunca são ditas as palavras que não cabem nas palavras. O que não é palavra e as luas dizem que não é palavra dizendo que não é palavra.
Dizer muito falando pouco, ou coisa nenhuma... Eis ai um dilema/teorema antigo que bate de frente com o prolixo e enfrenta no braço o banal.
A timidez da lua, o ardor do sol: tudo a dizer calado, tudo calando aos berros. E nos enterros os prantos em sutis silêncios; e nos incêndios as chamas que queimam inquietas.
O céu desce do céu nessas horas e estende as mãos para colher a precariedade. Colhe, aconchega e volta a subi…

Lucíola Alencar

Daniel Csobot é um incrível cineasta e fotógrafo que conseguiu capturar essas lindas imagens mostrando a completa germinação de sementes. É um verdadeiro show da natureza! Seu trabalho foi, basicamente, tirar milhares de fotos, dia após dia, e juntá-las, formando o impressionante vídeo. Confira mais sobre seu trabalho no site www.danic.me
Posted by JornalCiencia on Sábado, 19 de julho de 2014

Lucíola Alencar         
(André Anlub - 6/10/14)

Em tempos idos:
Lucíola teve passado penoso,
De dia a dia rigoroso, aqui e acolá em diversos puteiros.
Sua mãe analfabeta e agricultora e seu pai pedreiro;
Faltava dinheiro, comida, estudo, faltava quase tudo...
Até que, de repente, o “tudo” veio:

Em tempos meios:
(tomei a liberdade de não rimar nessa parte)
A gravidez de trigêmeos caiu como tempestade,
Aquela louca vontade de ser mãe 
– aquela sóbria visão de que precisava ser algo mais;
Largou a labuta de prostituta e entregou-se aos livros...
Venceu empecilhos, derrubou preconceitos.

Em tempos de hoje:
Mulher gu…