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Mostrando postagens de Maio 14, 2015

Não é hobby – não é trabalho... É o “escambau” e ponto final.

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Não é hobby – não é trabalho... É o “escambau” e ponto final.
(Manhã e tarde de 14 de maio de 2015)

Foi pela manhã, pelo canto do galo, a bola girando e ninguém preocupado com o atum em extinção e o gelo derretendo nos polos. Ainda um pouco cedo para quem ficou lendo, trabalhando em projetos e foi dormir lá pelas duas da matina. Antes de acordar ainda ouvia dentro do sonho o telefone tocando... Finalmente acordei, sai correndo e ainda atendi; era um telefonema da vice-presidente de uma das academias de letras na qual faço parte. Era de assunto burocrático, um tanto pragmático, a respeito de um projeto que estou participando e blá, blá, blá... Tudo na mais perfeita ordem... Aleluia; pois então termin…

Tapete vermelho do amor

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Tapete vermelho do amor
(André Anlub - 22/5/13)

Saiu a lista dos apaixonados do ano
nem sicrano, nem fulano
meu nome estava lá.
Foi magia
em primeiro lugar, quem diria.
- mas por favor, não vão me alugar...

Já era de praxe
peguei pesado no sentimento
amei além da imaginação.
Não teve um sequer momento
que eu não tenha acertado na mão.

fiz o bê-á-bá certinho
o arroz com feijão.
Rezei conforme a cartilha
e para não perder-me na trilha
segui cada pedaço de pão.

Comecei como homem de lata
levei na lata, fiquei em frangalho.
Nunca levei jeito pra espantalho
sobrou muita coragem pro leão.

Por causa da inspiração
deixei de me acabrunhar num fosso.
Tornei-me de cerne, carne e osso
e fiz da poesia oração.

Dueto da tarde (CLIII)

A natureza é encantadora!Climatologia Geográfica
Posted by Climatologia Geográfica on Terça, 12 de maio de 2015

Dueto da tarde (CLIII)

Hei você, essa estrada é difícil, íngreme e costuma ter cobras.
Você não precisa de binóculos, bússola ou protetor solar. Você precisa de atenção.
Há caminhos fáceis com portas abertas e muros baixos, uns até tem tapete vermelho.
Há caminhos tão fáceis que você nem precisa caminhar: eles te levam sozinhos. Essa estrada não é um deles.
Já vi gente indo voando como pássaro, mas quando saíram do transe estavam parados no mesmo lugar.
Já vi gente caindo como pássaros sem asas. Humanos são pássaros sem asas. Humanos têm estradas para andar e pés.
Ali, há um atalho... Naquela rua vagabunda e insalubre, onde mortos-vivos caminham tropeçando e pitando seus cachimbos malditos.
Ele vai dar num beco, o beco vai dar num brete, o brete vai dar num labirinto, o labirinto, depois de uma vida inteira, vai dar num atalho.
Posso até levá-lo no meu lombo de meio homem forte meio c…