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Mostrando postagens de Junho 2, 2015

Será que sou ave em seu sonho?

Need for Speed and ... for Friendship! :)O.M.G! 5:39 of another reality!Need for Speed and ... for Friendship! :)► Omen Longboards and Free Wheel Co.#extreme #skateboard #longboard
Posted by DJ MISS FTV on Segunda, 1 de junho de 2015

Será que sou ave em seu sonho? (Ode a ela)
– Até coloquem palavras em minha boca... mas que nasçam poesias.

Tempo malvado, malvisto e infausto. Muitas águas tumultuosas – marés nervosas – ventos de inverno e inferno astral: sei de pessoas idosas com extrema dificuldade em andar/nadar.
Vejo algoritmos de vaivéns escritos sem nitidez em pergaminhos; peço ajuda a estranhos e fico aborrecido por desconstruírem meu ninho.
Desenterrei meu tesouro e veio-me você – assim – num estouro –, deixando o que pode no poço e empossando-se agradavelmente do espaço.
Hoje sou o mesmo Eu, mas mais suave; sou velho, menino e sou ave.
Voei – vou e fui bem longe: larguei a máscara de mau moço, pois é mau demais para onde vou – é mau demais para tudo isso (que está por vir).
Joc…

Memórias da Guerra (Parte II)

À meia-noite desta terça, a cartunista Laerte entrevista diversos artistas e pensadores em seu novo programa "Transando com Laerte"No 1º episódio, Marisa Orth debate sobre as relações humanas na atualidade. Assista também por aqui> http://bit.ly/TRANsandoLA
Posted by Canal Brasil on Terça, 2 de junho de 2015

Memórias da Guerra (Parte II)
A expansão do mundo Grego

Alexandre III, da Macedônia
Guerreiro, príncipe e rei aos vinte anos
Braço forte, coração valente
Morrer com trinta e três anos não estava nos seus planos.
Foi um conquistador do mundo antigo
Teve Aristóteles como amigo
Nunca perdeu uma batalha sequer
Os persas eram o alvo inimigo.
Era um homem de visão e inteligente
Tentou criar uma síntese entre o oriente e o ocidente
Egocêntrico e sanguinário
Admirava as artes e a ciência de toda gente.
As suas guerras eram em suma por território
Algumas vezes por recursos
Procurava ser notório
Galgava sua glória.
Houve as batalhas de granico, hidaspes e gaugamela
Todas com in…

Buraco da agulha

Jornalista Mariana Godoy, ex-Rede Globo, sobre o "jornalismo" ...Quer saber mais sobre o "jornalismo" da Rede Globo?Veja o que disse a jornalista Mariana Godoy, com 23 anos de Globo, sobre como são os bastidores dos jornais da emissora e a "falta de liberdade" (censura?) para trabalhar.#GloboMente
Posted by Podemos Mais on Segunda, 1 de junho de 2015

Buraco da agulha
(André Anlub - 25/1/14)

Passou pelo pequeno buraco da agulha
como um raro e sensato camelo franzino. 
Deixou ao relento seu ego sozinho
e jogou num bom vento os versos nas ruas.
É no amor, e não há impossível
no verossímil da batalha à vitória.
Fez de fulgentes momentos, o invisível
e na equação da paixão, a auréola simplória.
Sim, eu conheço, sei bem dessas fábulas
sei qual o seu curso, bons e maus imprevistos.
Falam de alguns vícios, falam de absurdos
não provaram na língua o que dizem amargas.

Qual o passo difuso em logradouros de deuses?
O que fez um sol confuso no louro da Nêmesis?

E agora um velho e sáb…

madrugada de 2 de junho de 2015

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É tal espécie de bipolaridade que serve de pilha para a máquina viver
(madrugada de 2 de junho de 2015)

Tenho passado por fases boas e ruins em alternâncias incrivelmente rápidas, sem aviso prévio, sem extremismos de alegrias fúteis ou sombras de depressão. É algo incomum ao meu ser, mas não reclamo. Está se tornando rotineiro ao ponto de já fazer parte do meu estado de espírito e também o corpo e a mente completamente adaptados.  É como uma bipolaridade salutar, que em fases “down” me levam a criar mais, não impedem minhas corridas, me calam um pouco a boca (coisa que prezo muito), faz-me cozinhar ainda mais e procurar abrigo nas leituras; nas fases “up” me embriago no café, me divirto com a tv e jogos online, também escrevo e leio, mas com menos afinco, e fico planejando viagens e sonhando alto com meu futuro; também quero debater todos os assuntos, pintar, fazer recortes de coisas inúteis e brincar com os cães – com a noção maior que a morte está perto para eles. Na fase ruim tenho u…

Dueto da tarde (CLXVIII)

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Dueto da tarde (CLXVIII)

Era hora de não olhar mais para o relógio, era o tempo já de não ter contratempos com o tempo.
De hora em hora a alma brinca com o absurdo e o corpo pega carona e samba na cara da cólera.
Marcadinho e controladinho o esforço de não marcar nem controlar. Chumbo com fixação em pluma.
De costas dá um passo à frente e logo outro passo para trás de frente. Pula plantando bananeira, come as bananas com casca sem achar sementes.
Somente se a mente parar, só aí. Mas a mente não para. Então, era hora de não olhar mais para o relógio com o relógio dentro dos olhos.
Para iniciar a aquietação revoltante, esperou uma revolta... Era aguardar a mordida do inseto para beijar de volta.
Fica esperando uma voz que não fala, um sinal que não sinaliza, uma certeza que não acerta.
Abre todas as janelas para poder fechar os olhos; aproveita sua eterna afonia para gritar por si próprio.
E no silêncio denso de cortar com a faca do pão que não come, escuta a paralisia, movimenta-se com a inérci…