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Mostrando postagens de Junho 6, 2015

Falando de Fé (ou não)

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Turbilhão do viver (André Anlub - 24/2/14)
Tudo é paixão na terra de Alice, E quer um palpite? - a mesmice rasteja no chão.
Tal qual chão quente e infrutífero, Faz a vida um sonífero E forra de interrogação.
Que chapeleiro ou não Tornar-se-ia importante E levantaria num instante O punho cerrado em ação?
É, é bem mais fácil o “aceite”, Que sempre em quatro paredes, Pendura quadros de enfeite E convida pra comunhão.
Não, nem tudo é poema! Seja lá qual for o terreno, (Branco, mulato ou moreno) A vara enverga com o vento E se quebra num turbilhão.

Enxugando os Prantos (parte II)

CENA DE NOVELA EMOCIONA AO DEFENDER BELEZA AFROEsta cena da novela Babilônia, protagonizada por Camila Pitanga ensinando sua filha sobre a valorização de sua identidade, é extremamente linda. O ódio e preconceito é um mal que precisa ser combatido diariamente, em todos os momentos da vida. Viva o cabelo afro, a cor negra e o orgulho de todos sermos cidadãos iguais. Brasileiros!!!
Posted by Jandira Feghali on Sexta, 5 de junho de 2015

Enxugando os Prantos (parte II) 
(André Anlub - 18/9/14)

Os homens levaram a melhor, restauraram sem piedade os próprios corações... as nuvens, no gritante azul piscina do céu, ficaram devidamente alinhadas.
Aqui, ali, todos esqueceram que previram a tempestade que jamais se formou; vestes novas, bebidas aos litros e litros, frutas raras e frescas abocanhadas... e nas madrugadas uma surreal lua fluorescente. Como plano de fundo: casais e seus calorosos corpos colados, sorrisos aos montes e seus extensos beijos; no plano mais à frente: crianças corriam felizes…

Poesia em movimento

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"Abertura do espetáculo Poesia em Movimento! Slide de apresentação dos autores e bailarinos participantes! Mais de 400 pessoas na plateia! Sucesso Total!"




O Desenho

"Goodbye Selfie Goodbye NIXIE Welcome" LilyLily is the world's first throw-and-shoot camera
Posted by Architecture & Arts on Domingo, 24 de maio de 2015

O Desenho      
(André Anlub - 6/2/10)

Apenas desenhei seu rosto
Com sombra e luz, com ar de desgosto,
A melancolia que te conduz.

Comecei pelos cabelos: completamente lisos,
Tom de fogo na madeira que deixam de paixão
A atração em teus vários vestígios.

Os olhos: de pantera, brilhantes, verdes.
Esfaqueiam de repente meu desejo, minha quimera.

Boca: não tem igual, toque de refúgio sensual...
Se movem em câmera lenta,
Cria um desenho na beleza que ostenta.

Depois de pronto fui ao extremo,
Beijei ardentemente tua face de papel,
Tintas me borraram todo o rosto
E por gosto, fui de palhaço ao céu.