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Mostrando postagens de Junho 7, 2015

Fulano, Sicrano, Beltrano

Pedro Barros has competed in seven #XGames Skateboard Park events.He owns five gold medals and two silver medals!
Posted by X Games on Sábado, 6 de junho de 2015

Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos

Deu um gole no chá verde gelado e ao descansar a xícara, sorriu; viu-se num lago novamente o guri que um dia brincou com seus sonhos alados.

Congelando o momento foi trajando o futuro, luz no fim do túnel do incerto predestinado; no amanhã um apogeu deveras absurdo é a essência madura que utopicamente nasceu. Viu-se feliz com o viver protegido, viu-se ungido com o suor de mil anjos.

Na boca pequena um grandioso sorriso e os ouvidos docemente arranhando violinos de Vivaldi em arranjos; faz-se adulto, pecante e andarilho, com rugas no rosto e prantos arquivados.
É trem de carga que não carece de trilhos; abandonou seu abrigo, sem culpas e mágoas.

Chegou o tempo das convicções positivas, de amores desatados por mãos limpas e lavadas com o suor da procura. Eis mais um desafio no me…

Pérfido imaginário

"A gente pinta pra todo mundo que tá passando e vendo!"Às 15h30, no Programa Espelho, o designer #BrunoBig levanta...
Posted by Canal Brasil on Domingo, 7 de junho de 2015

Pérfido imaginário
(André Anlub - 1/1/12)

Distraído com fotos espalhadas pela cama
A saudade está mais perto.
Chega e me cerca, aperta e acerta o que já seria certo no cerne...
(Querer você)

Eu saberia como agir em outras épocas,
Mesmo que falte o mesmo entusiasmo.
Seria simplesmente uma aventura,
Ainda não estava atrás da mais perfeita escultura.

Pensando bem, criarei a própria artista,
Vendo outra dela em vagos corpos.
Lógico que deixarei isso em mistério,
Disfarçarei com toda minha fúria.

No íntimo considero um adultério
Ver o sorriso dela em outras bocas,
Sentir seu cheiro em todas as roupas,
Mas pagarei para ter essa luxúria.

Voam versos de afeto tão cálidos no conforto,
No forno do sentimento; 
Voam tão meigos ou salsos,
Verdadeiros ou falsos; 
Voam se for de gosto
Ou até desgosto 
(assim querendo).

Dueto da tarde (CLXXII)

Música Nordestina.
Posted by Eneias Pereira on Domingo, 11 de janeiro de 2015

Dueto da tarde (CLXXII)

Trago-te um sorriso. Não te posso trazer a vontade de sorrir.
Sonhos, promessas, esmeros estão por ai... Mas deixo-te um sorriso.
Não espero que ele germine. Mas até entendo que ele seja uma semente.
Saboreia-te – deleite. Faze-me sonhar com teu prazer intenso e onipresente.
Pelo menos em minha imaginação. Trago um sorriso para minha imaginação também.
A casa está limpa – portas e janelas abertas; os cães abanam os rabos e a carne assada e os nabos estão na panela.
A simplicidade sabe tudo de ser feliz. Alguns de nós não sabemos. 
Vivemos querendo o sopro à frente do vento e apanhando da saudade, nocauteados no tempo.
Trago-te um sorriso que costuma ver essas coisas, quando não vê outras. 
Feito um rasgo na boca, os olhos se cerram, a maledicência se encerra no porvir do transbordo.
Se serve para o amanhã, serve para o agora. Porque só temos o agora. Não vou sonhar com sementes germinadas.
O jardi…

Ótimo domingo

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"Google lança programa de bolsas de mestrado e doutorado em computação para a América Latina"
Saiba mais: http://www.brasilpost.com.br/2015/06/02/google-bolsa-de-estudos-brasil_n_7493588.html?ncid=fcbklnkbrhpmg00000004




Manhã de 7 de junho de 2015

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A arte e o tempo se vão – vontades e desenhos de pele ficam. 
(Manhã de 7 de junho de 2015)

Trouxeram-me os Anjos alguns rabiscos nessa madrugada. Eram folhas sem nada, em branco, mas tudo ali continham. Foi o mundo ao avesso no desapresso das pressas. O pensamento ligeiro deixava nas nuvens rastros de onde nunca passou enquanto o mar, meu amigo, me aguardava em uma próxima e breve visita. Os olhos fechados em sonhos iam aquém e além do tempo presente; pude ver tão claramente um fato nunca consumado. Por onde estaria um quadro chamado “chupa cabra” que pintei e presenteei uma amiga? Onde estaria essa amiga? Pois é. As flores belas nos cantos da sala, as velas queimando e perdendo seu corpo; as flores ainda com cheiro delicioso e as velas ainda tinham muito a queimar. Um poço de água doce e limpa em formato de lembrança... Uma água nunca bebida e uma sede que sempre houve. Vejo agora elegantes elefantes com seus passos gigantes, pesados e lentos... Em um santuário que faz qualquer santo …