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Mostrando postagens de Junho 11, 2015

Fui com Dora

Gênio ruim - Momento PiadaGênio ruim - Momento Piada
Posted by Adilson Costa on Quinta, 11 de junho de 2015

Fui com Dora
comer codorna
(uns ovinhos)
na mesa do bar, um chopinho
ouvindo Bach, Chopin, Vivaldi... 
viva o dia, viva à noite!
Tudo manso, mero mosaico
e à mesa, o flerte
na música
de Mozart.
A dois na rede
me faço breve
e lasco um beijo!
viva a natureza
verde que te quero Verdi.

André Anlub®
(22/1/14)

Poesia – noite e dia –, há quem faça teu voo até sem asa.

Posted by Sith TV on Segunda, 6 de abril de 2015

Do chão ao empíreo
(André Anlub - 29/03/13)

Vou fiscalizar nosso termômetro da relação
tem que permanecer além de quarenta graus.
E nossos complexos e imensos litorais
sempre agitados com grandes furacões.
Mas está tudo de bom
gostamos assim.
Devemos manter sempre os pés no chão
e deixarmos tranquilamente o girar da bola.
Mesmo com as areias quentes, queimando
e nada mornando o mormaço na cachola.
Deixei a vaidade ir embora
e na raça e coragem
apertei o cinto e a embreagem
engrenei a quarta
arregacei as mangas
pois já passava da hora.
E, voltando ao furacão
que carrega tudo por onde passa
demolindo paredes sólidas
abalando alicerces
“liquificando” a massa
e deixando escombros no chão...
A queda nos obriga a levantar a cabeça
reconstruir com paciência
cada passo, cada tijolo
cada pecado e cada inocência.
Erguendo-se mais rígido e harmônico
com o cimento da convivência.

Morreu aos 85 anos Ornette Coleman

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Morreu aos 85 anos de idade o jazzista Ornette Coleman. Segundo informações do site The New York Times, a causa da morte do músico foi parada cardíaca, informação confirmada por membros da família de Coleman.
Um dos responsáveis pela consolidação do Free Jazz - estilo marcado pelo experimentalismo e novas interferências estéticas dentro do gênero -, Coleman ganhou maior destaque em 1959, quando apresentou ao público o clássico The Shape of Jazz to Come.
Em fevereiro de 2007, o saxofonista que já trabalhou com artistas como Yoko Ono, Lou Reed e Jerry Garcia (Greatful dead) foi homenageado, recebendo um prêmio Grammy especial pelo conjunto da obra.

Ponderações vespertinas

This is a 130ft deep cave in Palau called the temple of doom. Turtles will hide inside to escape predators and loose...
Posted by Jeb Corliss on Quinta, 11 de junho de 2015

Gosto de ver-te pensando, assim, distraída. Cresce minha alegria de uma bucólica expectativa do teu regaço – braço – amaço – teu espaço em mim.
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Aves que voam no além-mar Sentindo a salinidade existente Liberdade de tocar a epiderme da vida. Aves migratórias de voos extensos Atravessam continentes com suas asas enérgicas A brisa é sua amiga e confidente O homem aqui embaixo Plantado! Confinado na inveja.
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As gaiolas se abriram, voam os pássaros rumo à vida. Falham as bombas e pombas de branco se pintam. O mundo esquece seu eixo, gira em toda direção... Pira sem nenhum desleixo, sem a menor ambição.
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Quero ouvir a verve gritando Ao mundo, ao pouco, Como louca rara. Preciso da sua leitura De corpo nu em noite tão escura Que nem estrelas deram as caras.
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Passou pelo pequeno buraco da agulha como um raro e sensato camelo franzino…

madrugada de 11 de junho de 2015

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Está no sol, mas nem percebe; está na chuva e passa sede. (madrugada de 11 de junho de 2015)
Todos dizem em voz alta, em alto e bom som, em tom de pura sinfonia com enorme euforia, sem ironia e sem sabotagem, com emoção e pura paixão. A palavra sai solta no ar no caminho que foi imposto... como um castigo. Conjecturas à parte: quatro letras, quatro lindas estrelas.  Presunções à parte: se divide corretamente em duas vogais e duas consoantes. Apoia-se no democratismo, se abriga na coerência das suas idiossincrasias; seja noite – seja dia, dança e canta conforme a música. Tem sonolência, tem ansiedade, há a vontade de estar à vontade para sempre estar. É a hora de se deitar e relaxar; vir e ver o buscar de uma nova meta, de certa cota de colossal comprometimento e entusiástica razão. Há casos raros: entre enormes muros de pedra, na sombra e quase sem água, nascem as rosas. No subconsciente está no mar, aquele mar calmo de sonho bom. Agora foi ao parque comprar algodão doce, salsichão e t…

A lisura da mentira mais pura

Uma das mais lindas e conhecidas obras de Frederic Chopin. O Nocturne Opus 9 No 2 em Mi bemol. Nocturno eh um estilo de...
Posted by Fabio Lima GuitarGamer on Segunda, 11 de maio de 2015

A lisura da mentira mais pura      
(André Anlub - 24/10/13)

Toques de melancolia e enfoques de respeito,
E o grito ecoa, assim: saindo do peito.
O ar rarefeito e o vai e vem de pernas,
Acorda – hiberna, como alguém havia dito.

Na cabeceira os anéis de ouro branco, 
O pranto nos olhos reflete no espelho.
As mãos lavadas na pia do banheiro
E na cozinha a sinfonia de um ovo frito.

Uma caixa se abre e aquele lindo presente,
Que lembra o passado e prevê o futuro,
Que faz inoportuno me dizer doente,
E assim, tão ausente, enraizar no escuro.

Eis o calor dos novos tempos,
Nas fronteiras ultrapassadas que lapidam os dias,
Nas vias congestionadas por carros e catarros
E o odor do suor mais limpo da história
Que se espalha aos ventos.

E há o doce momento (uma dentada na fruta)
A amada desfrutada na tonalidade da vida
Nos botões das…