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Mostrando postagens de Junho 13, 2015

Revista “Cá Estamos Nós” - Junho 2015

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Morre Fernando Brant

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Morre Fernando Brant, escritor e compositor mineiro. Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro.
Morreu às 21h20 desta sexta-feira (12), aos 68 anos, no Hospital das Clínicas, o jornalista, escritor e compositor mineiro Fernando Brant, depois de complicações em uma cirurgia de transplante de fígado.

Clube da Esquina:

No início dos anos 60,  Fernando Brant conheceu o amigo Milton Nascimento. Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, funcionando como o estopim da carreira de sucesso de Milton. Em 1969, conseguiu trabalho como jornalista na revista “O Cruzeiro”.

Nesse mesmo ano, em Belo Horizonte, Brant e os amigos começaram a articular o proje…

Sentindo-me

ABSURDO! Madeireiras mentem, o Governo compra a mentira e quem paga o pato é a floresta. Documentação oficial...
Posted by Greenpeace Brasil on Terça, 9 de junho de 2015

Sentindo-me

Hoje acordei meio zonzo, perdido, a perigo... 
Sem prefácio!

E o difícil, com as horas, se fez fácil.
Vendo a delicadeza da natureza e seus contornos, 
Seus adornos e suas purezas...
Sinto-me mais humano e mais frágil 

Tão frágil quanto a própria beleza
Que se desfolha nas mesas
Destes dias tão covardes
Sinto-me invernar as verdades! 


Mas de certa forma poética desato a falsa ética
Encaro meus insones medos
Solto nos meus brados, meus segredos
Divulgo as singularidades. 

Abraços dados entre dedos
Almas difusas em linhas
Poemas nascidos sem rinhas
Poesia brotando em harmonia 

Hoje poderei dormir mais leve, mais breve... 
Sem epílogo!

As horas são minhas escravas...
E com a chibata da inspiração e sem mais nenhuma cobiça
A faço submissa...
Cravo minhas clavas.

André Anlub e Márcia Poesia de Sá

É a hora de Botticelli pintar-te

Atingimos a marca de 200 mil apoiadores para projetos no Catarse! Assista ao vídeo e veja tudo que já realizamos juntos....
Publicação by Catarse.

É a hora de Botticelli pintar-te     
(André Anlub - 22/6/13)

Tu és a oitava maravilha do mundo.
És amor, nostalgia, atualidade,
A alegria que criaste ao redor.
No suor da tua labuta, 
Na gota do teu pranto,
Há o brilho da vida minha, 
Há o tempo que é nosso dono.
Fizeste meu ar mais ameno, mais leve...
E em breve momento
Fizeste nosso destino,
Que agora eternizado.
Tens nas mãos a magia,
O poder de dar vida no que tocas.
Tua fala levanta longo voo nos teus cantares,
E na pequenez de curtos versos
Nascem grandes histórias,
Cordéis... dos melhores.
Digas sempre sim,
Minha alma carece deste afago,
Deste amor,
De teus flertes.
Foste lá:
No colorido do novo mundo,
Onde os poetas sorriem
E erguem castelos,
Onde os martelos
Penduram belas pinturas,
Onde esculturas são vivas e beijam,
Onde há o amargo só nas frutas mais verdes.