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Mostrando postagens de Junho 19, 2015

No colo quente de Isis

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On ne peut rester insensible face à l'inhumanité qui se déroule aux portes de nos frontières et aux effets désastreux de la mondialisation sur le sol français.Si tu cliques "j'aime", y'a partager qui va avec!Aimez ✔ | Partagez ✔ | Invitez ✔https://www.facebook.com/leptitmartialmusic?ref=aymt_homepage_panel
Posted by Le p'tit Martial on Quinta, 18 de junho de 2015

No colo quente de Isis
(André Anlub - 2/03/13)

A aurora dourada que brilha,
Enorme força que guia
Canalizando energia
Da bondade íntegra e constante.

Sem quaisquer variantes
E opiniões infligir:
Vestindo o pingente de um santo,
Com fé encorpando o gigante,
Com a pontaria de David.

Falha quem pensa que o bem
É frágil – pequeno – inseguro;
Que teme o invisível e obscuro.
Falácias de um João ninguém.

O mal é poder anacrônico,
Foi comício de um ser risível;
É improvável em almas capazes,
Insustentável e inadmissível.

Aspiramos ao poder intocável,
Colosso, incorruptível - no osso, na mente, na pele, 
É aço que a ferrugem não a…

A Perda da Fé - Dama de Fé

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A Perda da Fé (André Anlub - 21/1/11)
A visão mais turva, suja, Deixa que eu mesmo piso na uva. Sei que irá curar o desalento, Muito mais fácil deixar cair dos olhos uma chuva. Cansei de levantar para o céu as mãos, Engasgo com o medo, ébrio e hipocondria. Supre a dor com o Comprimento de um comprimido* comprido... Levanta e não cai de joelhos ao chão. Dizem que um Deus te ama! O resto do mundo não. Todos os elos dessa corrente, Foram tomados pela ferrugem. Águas só me molham, aos outros ungem, Palavras incertas e ditos incoerentes. Com os nossos cabelos ao vento Que acabam levando a vida, Uma partida fez-se momento, Para um lugar bom será sempre bem-vinda. Como sabemos dos nossos erros E como fingimos indiferença. Como negamos todos os zelos E como sofremos com nossas crenças. Dedão nas orelhas, Mãos espalmadas E línguas a mostra... Armado o circo, chamamos os santos. Com olhos cegos soltem seus prantos... Eu perdi a fé, quero uma forra.


A liberdade religiosa está garantida pela Constituição Federal (CF). E a lib…

Dueto da tarde (CLXXXII)

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Dueto da tarde (CLXXXII)
Chego da rua sem trazer a rua para dentro de casa. Chego na raça, mas como pluma; chego palhaço sem rumo e sem graça. Quero minha casa quando chego da rua. A rua não é a minha casa. Quer faça o que faço, falam à vontade; querem forca à força, que forcem essa farsa. Lá é tudo lá. Essa coisa toda é toda lá. Quando vou lá, passo por essa coisa toda. Mas ela fica lá. Aqui é guilhotina, é tônus muscular; é tato – faro – retina –, aqui é “here” e “voilà”. Não volto para casa para ser feliz. Volto para casa para estar em casa. Há muito deixei o conceito de felicidade vendendo maças na feira. Quer queira ou não queira estarei em casa se em casa me sentir; seja na minha confortável cama, ou chupando manga bem no alto da mangueira Ou com a mangueira em riste molhando as plantas de meu jardim. Este é meu jardim: estar em casa. Estar na rua não é meu jardim. Chego de casa sem trazer a casa para a boemia da rua. Vou à rua porque preciso, não porque escolhi. Mas escolho não levar minh…

PurO OsSo - Duzentos escritos de paixão

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Assista ao vídeo de apresentação da campanha do arte-educador Ricardo Tatoo. Vamos colorir, juntos, o Haiti!Em 9 anos...
Posted by SIBITE on Quinta, 16 de abril de 2015


PurO OsSo  -  Duzentos escritos de paixão 

[Esse e todos os meus livros lançados por aqui, no Clube de Autores estão a preço de custo, sem comissão. Penso e ponho em prática isso para assim os mesmos sairem mais populares possíveis, e com o simples, claro e salutar objetivo de entreter e levar meus escritos, e os escritos de amigos, ao maior numero de leitores.] - Há mais de duzentos escritos, há 222 páginas de pura paixão! Nesse tem mais suor, tem mais íntimo, mais imagens e desenhos nas letras. Esse veio do veio e despontou na folha como água que borra, que sacia a sede e entra na senda quebrando a solda mais atroz! - Obrigado desde já pela visita. - Desenredou como que livrando-me dos sujos poços, lavando-me e deixando-me no fino trato. E a alma, que até então perdida, renasceu, colocando farta comida no prato e de f…