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Mostrando postagens de Junho 20, 2015

Alcova Invisível

The most beautiful thing I have ever heard and you have the opportunity to hear Golshifteh play with me tomorrow-Jeudi 18 Juin, 20h Eglise St Roch!!(Goldshifteh Farahani on the Hang Drum)
Posted by Nadeah on Quarta, 17 de junho de 2015

Alcova Invisível
(Releitura/música – (2009/2015))

Cuide mais e mais de você, pobre figura,
Pois quem não lhe conhece que lhe venda
Vem que nem um vintém vale a sua
Se olhe no espelho e diga: me rendo.

Chuva forte, furacão – lama grossa, inundação...
Frio categoricamente abaixo de zero – às avessas – Roma com um toque de Nero.

Despertar e desesperar são o seu forte
Seu seco suor não cura seu cínico corte
Por hora você não vê porque é cego
Ressuscite ou afogue de vez o seu ego.

Vejo num "x" um final infeliz para sua vida
Estradas cheias de curvas vazias e fechadas
Nenhuma luz, nenhuma paz, indica a saída
Enquanto um abismo indica a entrada.

Chuva forte, furacão – lama grossa, inundação...
Frio categoricamente abaixo de zero – às avessas – Roma com um toque de Ne…

Fotografei a vaidade

Puto amo!+ vídeos en www.facebook.com/humorcabron
Posted by Cabronazi on Quarta, 4 de março de 2015

Fotografei a vaidade na antiguidade saudosa, numa 35 mm revelo o verso e prosa; fiz foco no amor verdadeiro,
Fiz macro nos pequenos detalhes...
Vendo na semente uma rosa e na gota d’água meus mares.

Fotografei a vida nova, mas dessa vez no digital; são conquistas, são presságios, os naufrágios de uma nau.

Com a exposição mais longa, sem delongas de uma prosa.
No contraste se comprova que a nossa bossa nova se mistura ao rock clássico...
(é fantástico, abre a roda)

Meus versos são libertos, (não há musa, nem mordaça) não há um alvo que se faça.
Às vezes eles voam e são de quem os pega, são de quem os abraça.

Engatinho na escrita e na arte, feito criança sapeca, levada; vou de encontro ao bolo ou a bola, entro de sola; mergulho no sonho, totalmente cego e sem ego, sem pretensão de ser nada.

Dê-me seu melhor sorriso. Aquele intenso, meio sincero, todo lero, mero siso; que mexe com meu brio…

Dueto da tarde (CLXXXIII)

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Dueto da tarde (CLXXXIII)
O cianureto percorre os versos no coreto, no correto de um soneto que envenena todo o mal. Mal e mal envenenado, o mal-estar do mal versado invade o verso, perverso, e ri como um demente. Vai verão – vem verão, vão-se os caroços de feijão e ficam os dentes; morre a intenção de jogar água fria ou colocar panos quentes. Fantasias rasgadas e jogadas no fogo. Jogo com novas regras: se pregas o esquecimento, esqueça! Vai inverno – vem inferno, vão-se os talentos que estavam lentos e ficam os talos azedos; morre o arremedo de um sonho bom. Bom é sonhar que o sonho nunca acaba. O que acaba em travesseiro babado de lágrimas e de frustração. Bom é saber que o sonhar e o voar dormem acordados, e são palpáveis e podem pousar suaves na realidade. Basta tirar o brevê de piloto. Quer voar? Voa. Mas não vem aterrissar na minha fronha, diz o travesseiro babado de frustração. Quer versar, verse; quer prosar, prose. Mas me empreste esse veneno para matar meus cupins, diz o coreto com “…

Tarde de 20 de junho de 2015

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Ela, e sempre ela... E sempre assim... Bela. 
(Tarde de 20 de junho de 2015)

Ela veio sem perguntar por nada, pediu um misto quente, um café e uma água – comeu e bebeu.  Agora é real, ouvi o estrondo do trovão; ouvi o cão latir ao lado e fazer aquela famosa cara de interrogação. A chuva começa a cair, rega as plantas aqui e ali, tira a poeira dos telhados, transborda a piscina e levanta o cheiro de mato. Ela agora está presa na casa; a chuva cai e desce a travessa com vontade... Alaga todo o entorno. Os seus olhos fixados no tempo – nas horas – nas ruas –, o coração apertado bate sedento, o desejo queima no peito e o jeito é encarar todas as águas. Vai ao tempo ruim com o sorriso mais vasto possível, pensando no seu encontro passível, ativo no espaço-tempo; e o vento? O vento que traz a agonia – traz também melancolia –, e abre as portas da presunção. O encontro desencontrado, não por causa da chuva, não por causa do trovão, mas sim pelo entusiasmo e pela projeção do que poderia advir..…

Anéis de ouro branco

#ExclusivoNaWeb #TransandoComLaerteAssista no #CanalBrasilPlay, antes da exibição na TV, Marcelo Tas e Laerte em um...
Posted by Canal Brasil on Sexta, 19 de junho de 2015

Anéis de ouro branco       
(André Anlub - 27/7/13)

Teus anéis de ouro branco,
Brilham como os dourados;
São de dureza feito ferro,
Redondos como o globo.

Anéis como tu és: valiosos e únicos,
Carregados com gosto, mas que ostentam a penúria
De serem vistos e terem utilidade.

Tu viajas onde divagas, devagar reages.
Vives na teia da aranha que abraça o todo:
O mundo, as pessoas e os desejos.

Na elegância que tens, encontras versos na ponta do lápis e todos tem dito:
- como é bom ler-te, cada letra, cada frase, cada verso...
A união das palavras em coito vivo.

Está ai, pra quem quiser ver: a paz e o amor!
Que saem do coração e derramam
Em delírio, em choro e grito.