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Mostrando postagens de Junho 21, 2015

“Rabisqueiro” do mundo – Poète Maudit – homem que voa!

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André Anlub                                                        “Rabisqueiro” do mundo –                                                 Poète Maudit – homem que voa!
Não nasci cá nem acolá, nem além ou aquém; sou melhor e pior que ninguém. Vivo o amor e a arte e assim sou do mundo... quiçá limpo ou imundo,
mas de nenhuma parte.

Crato 251 anos

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Assessoria de imprensa - Prefeitura Municipal do Crato - Site Miséria: http://www.miseria.com.br/?page=noticia&cod_not=147053

Tarde de 21 de junho de 2015

#DiaDasMães <3 Vídeo mostra em 4 minutos como são os primeiros 9 meses do bebê http://bit.ly/1KSdBQ3
Posted by UOL Notícias on Domingo, 10 de maio de 2015

O psicopata de si próprio é tão amargo quanto o mundo que o cerca.
(Tarde de 21 de junho de 2015)

Eis aqui o sabichão, o homem da hora, o dono não só do pedaço, mas da coisa inteira; detentor de grande imaginação ele pensa ser dono, ou pelo menos conhecer, toda a sua completude. Não sabe que é nada além de um minúsculo, ínfimo e insignificante ponto nessa rua, dentro desse bairro, dentro da cidade... e por ai vai... mas para não ser prolixo: ele é um naco de necas dentro do universo dentro de universos. O ser além do que é si próprio, enxergando um chifre na cabeça do unicórnio, sente-se maior que o mundo, melhor que o mundo, é dono de tudo e todos. Mas o dia fatídico chega, a manhã que nunca deveria ter ocorrido, e ele abre o visível e precioso espaço vazio, o oco, o eco, o eca, que já iria ser aberto algum dia (com ele morto), e c…

Dueto da tarde (CLXXXIV)

Celebrate skateboarding! #GoSkateDay
Posted by X Games on Domingo, 21 de junho de 2015

Dueto da tarde (CLXXXIV)

Olhar a angústia e ter espaço para olhar algo mais que a angústia.
Muito além do alcance dos olhos, até ultrapassar onde reside o entendimento.
Muito depois da última fronteira, começa o (in)continente. Olhar a angústia e morar lá.
De lá dá para ver o lado escuro da lua (ouve-se falar), também se ouve a conversa dos amigos e parentes que já se foram (assim querem acreditar).
Há relatos inacreditáveis sobre o que se deve acreditar. Olhando a angústia, os olhos podem escolher alguns.
Com ela se aprende, se fortalece, se desvenda muito, pois todos já estão aos seus pés, rendidos e desarmados. Ela vem pelo ar, oculta ou previsível, mas vem pelo ar.
O ar que a traz atrai tempestades, cidades desabam, acabam mundos, fundos ficam rasos, atrasos são tirados, irados ficam os desconsolados.
Mas nesse e em todo mau bocado há o pedaço bom, o do aprendizado – que deve sempre existir –, mas ningué…

Madrugada de 21 de junho de 2015

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Primeira alvorada de inverno
(Madrugada de 21 de junho de 2015)

Um pouco frio, mas tiro de letra. Temperatura caiu bastante; acho que pela noite marcou vinte e um graus, e agora, na madruga, deve estar uns dezessete. Para aqui, no Ceará, já é frio. Estou com os fones de ouvido ouvindo Coda do Led Zeppelin. O silencio “lá fora” está assustador, nem os gatos, os sapos e os grilos pisaram para fora de casa. É, o rock está pesado. Lembro-me de quando comprei esse disco, ainda era LP, “bolachão”; comprei na Modern Sound da Rua Barata Ribeiro em Copacabana. Era freguês da loja, passava quase todos os dias para saber as novidades, pois eu morava há muito tempo bem perto da mesma. Apesar de ser cliente assíduo comprava pouco, pois sobrava tempo, mas faltava grana. Lembro-me de ter escolhido este álbum porque estava “fresquinho”, havia acabado de chegar no Brasil. Comprei e ele fez moradia – ficava direto na vitrola do meu quarto –, se eu ou os amigos fossemos escutar outro disco, colocávamos po…