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Mostrando postagens de Julho 12, 2015

Pablo Neruda (Parral, 12 de Julho de 1904)

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Pablo Neruda (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de setembro de 1973) foi um poeta chileno, bem como um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX e cônsul do Chile na Espanha (1934 — 1938) e no México. Neruda recebeu o Nobel de Literatura em 1971.



Pablo Neruda nasceu em Parral, em 12 de julho de 1904. Era filho de José del Carmen Reyes Morales, e de Rosa Basoalto Opazo, morta quando Neruda tinha apenas um mês de vida. Ainda adolescente adotou o pseudônimo de Pablo Neruda (inspirado no escritor checo Jan Neruda), que utilizaria durante toda a vida, tornando-se seu nome legal, após ação de modificação do nome civil.1
Em 1906 seu pai se transferiu para Temuco, onde se casou com Trinidad Candia Marverde, que o poeta menciona em diversos textos, como "Confesso que vivi" e "Memorial de Ilha Negra", com o nome de Mamadre. Estudou no Liceu de Homens dessa cidade e ali publicou seus primeiros poemas no periódico regional A Manhã. Em 1919 obteve o t…

Dueto da tarde (CC)

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Dueto da tarde (CC)

Esperar que o dia seja o que o dia não é dói e continua doendo.
E dentro de possíveis adendos, o mais fiel e fatal: somente siga vendo.
Tropeçou? Levanta, limpa a poeira, passa um mertiolato nas feridas e segue o baile.
O dia não espera nada dele ou dela ou de ninguém. Aguarda o abrir das janelas e o andar das canelas.
O dia vai adiante consigo mesmo. Todos deveriam ir adiante com o dia. 
Aos cegos o calor e a energia em braile; aos notívagos a bateria que se recarrega ao sono.
O sol não para para lembrar ninguém dessas coisas. Essas coisas não param quando param de lembrar delas.
Sobram sombras de gigantes e pequenos em movimentos ou inércias; sobram sombras adversas e favoráveis em pinturas singulares que só com a luz pode nos brindar.
A luz do dia cumpre sua obrigação. Esperar/desesperar dela mais que isso é não ver a própria obrigação.
Flores e odores, tanta gente e as coisas de tanta gente, marés cheias e vazias, cachoeiras, desertos e nostalgias... Esperar ou não esper…

Bucólico Eu

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Posted by DJ MISS FTV on Segunda, 27 de abril de 2015

Bucólico Eu 
(André Anlub - 30/10/14)

Um bardo e suas moças, suas musas,
São suas asas em êxtase – motor propulsor;
Buscam paixões arquitetadas, minudências focadas,
Na alma, no corpo e no papel...

No entanto e no intuito elas extravasam nuvens, 
Voam assim: avivadas e soberbas, plumas,
Buscando a veemência – a coerência, ao léu.

“Buarqueando” – como não falar de Chico?
Se a moradia na emoção é o botão de liga/desliga 
de uma alma incendiária. 
E por falar em musas... são obsoletas? são absolutas? algumas reais:
“A Marieta manda um beijo para os seus...”.

Agora, veio-me a mente “Cecília” 
(nome da minha mãe);
Mas vivem muitas na permuta aos olhos do poeta;
Tornam-se paixões, canções, tentames, rabiscos infames. 
Fragmentos do meu bucólico Eu. 
(que nunca se completa).