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Mostrando postagens de Julho 26, 2015

Parabéns Mick

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Sir Mick Jagger, Kt, nascido Michael Philip Jagger, (Dartford, 26 de julho de 1943) é o vocalista dos The Rolling Stones, uma das bandas inglesas de rock mais famosas do século XX.



Luciana Gimenez prestou uma homenagem ao cantor inglês Mick Jagger em seu perfil no Instagram, neste domingo (26). A apresentadora postou uma foto antiga ao lado do vocalista dos Rolling Stones e do filho deles, Lucas, para parabenizá-lo por seu 72º aniversário.

Textos pensamentos

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Textos dedicados ao caríssimo amigo: Jacques Azicoff. 

Manhã de 14/4/15 – bardo que brada na quebrada.
Vim novamente da escola da história; aquela sofrida – ou nem tanto. Passo e vejo a rasteira do capoeirista que entorta a pista ou somente meus olhos. Leio enquetes no céu sobre cores do tempo, sobre sofrimentos e felicidades, casos eternos perdidos em uma bolha chamada: “talvez”... E algo mais, ou algo assim – ou nem tanto. Sinto o cheiro de grama encharcada, de cavalo, daquele mato irrigado, daquela bosta de gado – estrume fresco. Pois bem, estou em casa, enfim. Vou fazer café fresco, pão de centeio, queijo coalho e Muddy Waters no som bem alto. Acendi a lareira, o incenso, a ideia e vi o moleque Manoelzinho descendo a ladeira nesse frio congelante e inventivo... Menino sem casaco, sem uma calça quente, sem gorro, sem dente, sem família; voa por cima do muro uma coberta de linho (tenho uma nova que ganhei da minha avó), ele pega e se transforma em um casulo gigante – algo pré-históric…

Beltrano dos Santos

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Beltrano dos Santos
(André Anlub - 18/5/14)

I
Ao final da tarde
As flores enfim se mostram
(mais dela) submissas, 
Num colorido real e pétalas
Como olhos famintos de belo.

Ela, dama, atravessa os jardins
Os passos tímidos e sutis,
Abrindo os lábios
E deixando brotar as próprias cobiças.

Um artista do amor sorri,
Aponta seus dedos magros, 
(outrora gordos e inebriados de nanquim):
- Ai, ai, ai, é o fim, ela não me notou...

Choram eu, ele, você e os jardins.
E o chá, um sopro para esfriar;
Vem aqui – foi lá.

A fumaça do tabaco profana a luz
Que atravessa a janela
Adentrando o quarto,
Trazendo a beleza que há
Aos olhos abertos
No limpar das remelas,
No sonhar – realizar e fazer jus.

II
Beltrano dos Santos é uma figura,
Já foi profeta,
Mas não se mostrou...
Só ele sabia;
Nas alquimias que os anos trouxeram
A derradeira ainda estaria porvir;

Mas ele não tem pressa,
O amor não tem pressa,
E o que só interessa
É o acreditar sem fim.

III
Pouco riso é muito siso,
Muito sexo é pouco nexo.

Sempre visa onde pisa
E nunca deixa o azar de …

“Mamãe, homens podem ser programadores também?”

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Você sabia que o Eniac, o primeiro grande computador, desenvolvido em 1943, foi programado por seis mulheres? É uma conquista feminina importante, mas que a história esqueceu. Tanto que, décadas depois, a programadora Kathy Kleiman tentou descobrir quem eram as mulheres que apareciam nas fotos desse computador, e a primeira resposta que recebeu foi "são modelos”.

Kathy lutou pelo reconhecimento das verdadeiras mães dos softwares modernos, e prepara agora um documentário sobre elas. Mesmo antes de ficar pronto, o filme já está influenciando pessoas: durante a pesquisa, seu filho de 4 anos reparou a peculiaridade das imagens e perguntou: “mamãe, homens podem ser programadores também?”.

Saiba mais sobre essa história: http://eniacprogrammers.org/

amanhecer de 26 de julho de 2015

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Às vezes esqueço seu nome, mas logo me lembro que não faz mais diferença.
(amanhecer de 26 de julho de 2015 – 05:15 am)

Noite romântica, ar de esperança, desarrumar da cama e arrumar de você. Mas foi sonho! Dia sonambulo, noite sonambulo, ar de molambo, cabelos longos e loucos gracejos. E foi sonho! Tarte tortuosa, previsão tortuosa, ar de verso e prosa, sol despontando na fresta do olhar de lado, no vale amarelo que vale mais que a oferta. E é real! O cérebro brilha com tamanha intensidade que expele uma luz forte, inspirativa e multicor pelos olhos; colore todo o ambiente e faz-me lembrar por um momento, momento único e ligeiro, que os olhos já foram castanhos. Sorrio aos poucos, bem devagar, mas logo a cachoeira despenca no real do real do mais que real da tempestade na alma. Da ascensão à queda, do porco assado do regozijo da embolia anorexia à dieta feita lá na casa do baralho, jogando baralho com a mãe Joana. Tudo não faz sentido no sentido errado da meta, na confusão das setas qu…