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Mostrando postagens de Julho 28, 2015

Para ponderação:

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"Uma cultura fixada na magreza feminina não representa uma obsessão por beleza feminina, mas uma obsessão pela obediência feminina. Dietas são o sedativo político mais potente na história das mulheres; uma população silenciosamente maluca é uma população manipulável." 
(Naomi Klein - O Mito da Beleza)


Visite e leia mais: http://www.barbafeita.com/2015/07/gorda.html

tarde de 28 de julho de 2015

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Mais fácil ser assado do que assim aos olhos dos outros.
(tarde de 28 de julho de 2015)

                  Foi como um relâmpago: o Porshe avançava pela estrada sem curvas, ao som de Buddy Guy, a favor do vento, dentro desse óbvio invento em um tempo limpo. E sempre será assim, sempre será uma festa nessa ideia na testa que cria a mulher nua vista pela fresta. Claro que sempre que se conseguir fazer ser assim. Mas na real é um Fusca, que desce a ladeira sem freio, os buracos profundos no asfalto e no fim um poste que o racha ao meio. Sonhos ruins acontecem, são taxados de pesadelos; sonhos ruins são os meios (rodapés ou cabeçalhos) que os deuses tiveram para falar para a gente valorizar ao máximo o tempo acordado. Sendo Porshe ou Fusca, Buddy Guy ou eu na gaita, segue o amor na estrada – segue o foco no profundo. Letras doces, versos alinhados para uma carta de amor... Que horror! isso já está ultrapassado! Cartas seriam para frouxos? As conjunturas favoráveis ao entendimento geral, ao n…

O sábio e o tolo

Muitos souberam o que foi ser adolescente durante a ditadura militar no Brasil. Você foi um deles?Às 22h, o filme "...
Posted by Canal Brasil on Terça, 28 de julho de 2015

O sábio e o tolo               
(André Anlub - 24/3/13)

O mais sábio homem também erra,
Erra ao tentar ensinar
Quem nunca quis aprender.

Os tolos morrem cedo!
Senão por fora
Morrem por dentro... ou ambos.

O mais sábio homem
Também ama.
E nesse amar,
Mergulha... e se entrega,
Confia e muitas vezes erra.

Os tolos desconfiam, nunca arriscam,
Nunca amam, por isso acabam não vivendo...
Morrem por dentro e por fora,
Acabam errando sem jamais terem sido sábios.

Noite de 27 de julho de 2015

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Caso falte alguma coisa, a importância da coisa quem determina é você.
(noite de 27 de julho de 2015)

Imbróglios de um hábil ébrio, bem ligeirinho, bem cá e lá como manda o passarinho, num piscar e passar de fevereiro. Desce a montanha uma pedra rolando e segue arredondando-se e se moldando, pulando passageira e de pauleira se esgueira no terreno irregular. 
E vem o primeiro deitar da garrafa: os pés frios, o hálito seco e forte que puxa e pede um dente de alho com gengibre no pão com queijo coalho para quebrar... É de doer, arder, chorar. A banheira está cheia para o descanso mais longo; um banquinho para apoiar a “criança” que deve ficar ao alcance do braço para o próximo paladar. 
E vem o segundo virar: olhos já de faróis baixo; acho que é assim mesmo que deveriam ficar. Nada de solidão, não dou resguardo tampouco guarida; para ventos frios e errados fecho a janela da alma e nela ponho um grosso agasalho... Agora sou só meu. Aparecem algumas sensações vigaristas, mas jogo-as para fora …