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Mostrando postagens de Agosto 4, 2015

Post Vitam

Só leva 30 Segundos para Entender Por Que as Pessoas estão se Apaixonando por esse Vídeo
Posted by Rodolfo Camargo on Quarta, 4 de março de 2015

Nas horas vagas os vaga-lumes iluminam o caminho,
Vagam de fininho em direção ao descanso.
Eu, manso, me misturo ao bando; acendo uma ideia na cabeça
e antes que eu esqueça voo de marcha à ré.

Post Vitam
(André Anlub - 28/3/13)

É intrusão essa voz na minha cabeça
Repetindo por horas e horas
Em diferentes idiomas.

São crianças, mulheres,
Homens e idosos.
Vozes roucas – vozes loucas
Sussurros e gritos.

Às vezes emudecem,
Mas em curto tempo voltam.

Vozes eufóricas que dizem coisas desconexas...
Falavam de amor,
De entrega;
Falavam de salvação,
Companheirismo,
Tudo que pra mim já estava enterrado.

Criticavam-me – bajulavam-me,
Jogavam rosas e depois pedras.

Por fim, desisti!
Aceitei as vozes e seus conselhos,
Deixei cair minhas máscaras.

Saí do meu ostracismo egoísta,
Fui me arriscar com mais afinco,
Viver mais intensamente
E fincar minha bandeira branca
Em terreno inimigo.

Pos…

tarde de 4 de agosto de 2015

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De longe o homem é apenas um ponto; de perto tão-somente continua sendo.
(tarde de 4 de agosto de 2015)

                  Sempre se sabe a real perspectiva do nada óbvio; finge-se às vezes não saber para continuar a ter graça tal coisa. Aquela mesma televisão grita novamente, mesmo a mesma estando desligada. A ilusão é clara e cala a coisa chula, imputa culpa nos culpados, desfaz o culto dos escutados, encurta aquilo e o faz voltar a ser isso; e é tudo isso, apenas tudo,  para ver se cola. O que resta a todos é a sobra do futuro, é a esperança de Harley-Davidson na autoestrada; é a escultura da jornada pelas mãos de alguém como Niemeyer, talvez rodar nas mãos de Rodin... sabe-se lá! O dia nasceu velho, de barba por fazer e cabelos brancos que logo logo pintou de amarelo. À noite na espera, o maracujá gelado e o frio que aos poucos e cabreiro vai entrando pela janela, mas não esfria o ar viciado. É um mais um, na conjugação maluca que não aceita dar em dois. O mundo é isso ai, está claro…

Ao amor livre

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Ao amor livre
(André Anlub - 17/2/13)

São muitas as trajetórias do amor, notórias escolhas, erradas ou certas. O sentimento que navega em diversas veredas, em caravelas sem rumo nos mares inóspitos... sob o fogo e as flechas. Há a calmaria do coração silencioso, inimaginável adaptação da estrada. Por onde em sonhos andamos felizes, cantando e admirando a natureza. Também há aquele amor que irrita e fica na mira dos dedos apontados... dos velhos julgamentos, das incontestáveis indelicadezas e umbigos gigantes... A inveja que beira o pérfido, a repugnância e a avareza.

Mas de nada adianta pois é sobre o amor que se fala; e em decorrência dele vivemos...

Eis a paixão palhaço, em que coloca-se alegre o nariz vermelho, armando o circo no leito e apertando o peito, de jeito (suando as mãos) livres dos “nãos” e dos preconceitos.


Não concordo com a Shell explorar o Ártico!Assine a petição: http://www.salveoartico.org.br

Do ego

Será que a gente está usando o celular do jeito certo? O que é certo? O que é errado? Vamos falar sobre isso? Celular, #UsarBemPegaBem
Posted by Vivo on Quarta, 22 de julho de 2015

Do ego
(André Anlub - 30/5/12)

Ele segue altivo, vitorioso e de bela aparência,
Segue muito bom naquilo que gosta e faz;
No seu andar desfila, brilha e transmite paz.

- Mas tudo isso não deixa de ser o que ele pensa.

De superego inflado
Permuta por mais uma dose de ar,
Procura estar onde abonam tapinhas nas costas,
Ignora algumas perguntas, mas sabe as respostas.

- Mas tudo isso continua sendo o que ele pensa

Elogios e afagos (sem dietas) vão lhe alimentar;
No pódio ele quer sempre os três primeiros lugares.

E nos altares... 
(ainda almeja ficar mais elevado).

Ego não tem encanto nem quando é verdadeiro,
Resta a agudeza de se achar beleza e um ser superior;
Tudo se mescla com as empáfias e indelicadezas
E mostra um mendigo buscando ser um pouco amado.

(...) e mesmo depois de tudo isso,
A vida continua sendo o que ele pensa.