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Mostrando postagens de Agosto 6, 2015

Três sobre sonhos

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Sonhei com o Tibet (André Anlub - 30/03/13)
Por vezes penso em puxar a tomada, desligar-me de tudo, raspar a cabeça, limpar a consciência e ir atrás da paz interior. Sonhei com o Tibet! e pra quebrar o tabu sem quebrar a tíbia, vou tocar tuba dentro da taba deitado em uma tumba. Descansando aqui, no meu banco de pedra iluminado pela lua cheia que disputa importância com o poste de luz. Novamente, bloco e caneta nas mãos e um pouquinho de inspiração; tenho a sensação estranha de estar tendo uma experiencia tipo extracorpórea. Os cães latem ao longe e pra longe se desloca meu pensamento... logo, logo, eu volto.
Me apaixonei num sonho (André Anlub - 10/6/14)
Nenhuma noticia do juiz cruel e seu dedo funesto e tremulante; nem por um instante, e dou graças aos deuses, deu sinal. E cabe quando, a qual, a quem afinal, vestir o corpo com a tez do pecado? Eu não, e por enquanto sigo no não... não sou réu aqui, sou sonho; aqui sou o que, o qual, e quem quero. É sim me apaixonei no sonho, e como ela é, nã…

Flor de lis, de lírio e lírico

Posted by Ale Safra on Quarta, 5 de agosto de 2015

Flor de lis, de lírio e lírico
(André Anlub - 6/1/13)

Chegando do silêncio veio como tempestade
e mordia suas ideias
tirava os laços dos futuros presentes
mostrava o onipresente
que ao botar pra fora os dentes
provava não ser um Oni enfim:

Nomeada como imperatriz de amores
que ganha de súbito
sua coroa, trono e sonho
se aproximando do súdito
com suas suntuosas flores.

Ouço você falar em público:
- o que seria mais certo - onde estaria o erro - qual a importância disso

A resposta vem com o ar fecundo 
quebrando o coeso silencio
queimando mil brancos lenços
prevendo o fim dos futuros lamentos.

A resposta bateu de frente
com seu cheiro de alfazema
com seu humor de hiena
e interpretação eloquente.

Na tela do cinema da esquina
já se viu esse filme antigo
de um multicor lírico
com tons de pura boemia.

Sim, é poesia!
Faz crescer as flores
 e nasce nas flores crescidas.

Hakuna Matata

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Estamos prontos! Para viver o sonho, para transformar, para receber atletas e o mundo todo. Para colecionar momentos...
Posted by Rio 2016 on Quarta, 5 de agosto de 2015

Hakuna Matata            
(André Anlub - 1/4/12)

Todos nós temos nossos gritos de guerra. Uns saem com veemência do âmago e atinge altas altitudes, outros são soturnos, mas nem por isso tem menos força; cada qual depende das pessoas e suas vicissitudes; a cobrança exacerbada e permanente que passamos na nossa vida.
Algumas portas que não se abrem e algumas estradas sem saída... fazem cada vez mais ser comum a convivência com tais gritos; quem nunca sentiu aquela imensa vontade gritar bem alto... a cada lágrima de amor que cai em insistência... cada punho cerrado de raiva por um calote que levamos... os inúmeros deboches estampados na cara da vida... mesmo sabendo que tudo é intrínseco desde a nossa nascença. Cada qual encara os problemas da sua maneira; o tropeço jamais deve merecer apreço; o inimigo jamais deve trazer p…

70 anos da bomba atômica no Japão

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As duas maiores atrocidades humanas da história completam 69 anos, no dia 6 em Hiroshima e 9 de agosto em Nagasaki.






Inaugurado em 1915 como Palácio das Indústrias de Hiroshima, o domo de Hiroshima faz parte de um prédio em estilo ocidental projetado pelo arquiteto tcheco Jan Letzel. 
O prédio é uma das poucas construções que permaneceram em pé na região onde foi lançada a bomba atômica.