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Flor de lis, de lírio e lírico

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Posted by Catarse on Domingo, 6 de setembro de 2015

Flor de lis, de lírio e lírico
(André Anlub - 6/1/13)

Chegando do silêncio veio como tempestade
e mordia suas ideias
tirava os laços dos futuros presentes
mostrava o onipresente
que ao botar pra fora os dentes
provava não ser um Oni enfim:

Nomeada como imperatriz de amores
que ganha de súbito
sua coroa, trono e sonho
se aproximando do súdito
com suas suntuosas flores.

Ouço você falar em público:
- o que seria mais certo - onde estaria o erro - qual a importância disso

A resposta vem com o ar fecundo 
quebrando o coeso silencio
queimando mil brancos lenços
prevendo o fim dos futuros lamentos.

A resposta bateu de frente
com seu cheiro de alfazema
com seu humor de hiena
e interpretação eloquente.

Na tela do cinema da esquina
já se viu esse filme antigo
de um multicor lírico
com tons de pura boemia.

“Nós somos um país desonesto”, disse o técnico do Atlético Mineiro, ao reclamar, com razão, dos escandalosos favorecimentos que o Corinthians vem recebendo das arbitragens. Árbitros erram porque são humanos. Até aí, tudo bem. Mas quando a soma destas humanidades favorece apenas um dentre vários, mais do que desconfiar, dá pra ter certeza. Na fala do competente Levir Culpi há um vício de origem, no entanto. Algo muito sintomático e descritivo. O que é um país? É mar, montanhas, planaltos, planícies? É a conjuntura econômica, o PIB, a dívida pública? É o numero de medalhas conquistados na última Olimpíada? Um país é o povo, nem mais nem menos. O resto é abstração e estatística. O país é desonesto porque o povo é desonesto. Se no micro o povo considera aceitável estacionar em vaga de cadeirante, não respeitar sinaleira para pedestre, dirigir com carteira de habilitação irregular (para ficar só no trânsito), por que razão no macro não criaria estruturas como as denunciadas nas operações …

Mestre Noza

Imagem
Inocêncio Medeiros da Costa, Inocêncio da Costa Nick ou simplesmente Mestre Noza (Taquaritinga do Norte, setembro de 1897 - São Paulo, 21 de dezembro de 1983), foi um escultor em madeira brasileiro.
Nasceu em pernambuco, em 1897. Em 1912 foi a pé, como romeiro, da cidade Quipapá até Juazeiro do Norte, no Ceará[1] , onde trabalhou como funileiro e, em seguida, numa oficina de rótulos. Aprendeu a fazer cabos de revólver e, atendendo a pedidos de romeiros, começou a fazer pequenas esculturas de santos. Na década de quarenta do século XX, Noza começou a fazer capas de madeira para ilustrar folhetos de cordel. Nascia o xilógrafo Mestre Noza.

Em 1961 participou da primeira exposição em Paris. Em 1965 seu álbum Via Sacra foi editado em Paris e obteve excelente recepção.
Mestre Noza se tornou conhecido como escultor, artesão, xilógrafo, santeiro, imaginário. Seus trabalhos participaram de diversas exposições no Brasil.
Algumas xilogravuras de Mestre Noza fazem parte do Museu de Arte do Ceará e do…