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Mostrando postagens de Setembro 14, 2015

Manhãs, tardes, noites e madrugadas

Os melhores nem sempre são os ideais, há de se distinguir uns dos outros.
(madrugada de 16 de agosto de 2015)

A conotação disse pra denotação que a mesma tinha um coração de pedra; a denotação acreditou e morreu de infarto!
Enfrentou um inimigo fraco e normal para massagear seu ego; pensou no fato de que pequenos e frágeis problemas fortificam para encarar os grandes e fortes desafios. Banalizou o banalizado; voou baixo – rasante – e em um levante dentro de um rompante: adorou a própria história. Um sonho: os fortes nos fortes, a esquerda e seus assistentes para funerais; liga aqui, desliga lá, assim segue a palavra certa no disfarce da errada. Os óculos embasados nas visões embaçaram... não se vê absolutamente nada; tudo é estranho, agitado e vadio; tudo é apocalíptico, paralítico e sombrio. Ninguém mais fala bem da realeza, está falida, carcomida pela inocência descabida, mas que cabia em todos os momentos. Deduções: simples observações; coincidências: análises complexas de costumes. P…

Samba do crioulo doido na casa da mãe Joana

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Samba do crioulo doido na casa da mãe Joana         
(André Anlub - 5/7/14)

Tudo naquela bolha de sabão,
O mundo, o universo, as aves, o mar...
Tudo coloridamente alucinatório
Na majestosa bolha de sabão.
Chegam os louros de toda a vitória:
O pódio, as coroas de flores,
A beijoca aqui e outra acolá;

Chega o conforto num colchão de molas,
Vão-se os odores de podre
Do peixe dourado morto;

Vão-se as duradouras dores
No ponto morto das costas.

Cada pétala dessa certa rosa
Coloriu-se com as cores preferidas de todos,
Foi um bafafá, foi uma correria – para aqui, para lá.
O canto esfarela e professa
Dançando com cada caravana sem freio,
Ri dos ventos úmidos
Que não deixam as fardagens secarem nos céus,
Mas chora com seu som abafado
Pelo sol escaldante
Pendurado na ponta da lança de um Deus.
Seriam sonhos?
Ergueram os mais belos castelos,
Barro…