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Samba do crioulo doido na casa da mãe Joana

Algumas Evidências para a EvoluçãoEvidências para a Evolução.Alguns fatos curiosos sobre a evolução das baleias e de outros animais.
Posted by Universo Racionalista on Quinta, 27 de agosto de 2015

Samba do crioulo doido na casa da mãe Joana
(André Anlub - 5/7/14)

Tudo naquela bolha de sabão,
O mundo, o universo, as aves, o mar...
Tudo coloridamente alucinatório na majestosa bolha de sabão.

Chegam os louros de toda a vitória:
O pódio, as coroas de flores, a beijoca aqui e outra acolá;
Chega o conforto num colchão de molas,
Vão-se os odores de podre do peixe dourado morto
Vão-se as duradouras dores no ponto morto das costas.

Cada pétala dessa certa rosa coloriu-se com as cores preferidas de todos,
Foi um bafafá, foi uma correria – para aqui, para lá.

O canto esfarela e professa dançando com cada caravana sem freio, 
Ri dos ventos úmidos que não deixam as fardagens secarem nos céus,
Mas chora com seu som abafado pelo sol escaldante pendurado na ponta da lança de um Deus.

Seriam sonhos?
Ergueram os mais b…

Ótimo final de tarde...

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'4ndré 4nlub' - três meses para essa brincadeira perder o sentido! Rumo aos 45!


Tudo isso é o que tem para hoje...

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""A versão do poema "O Haver", de Vinicius de Moraes, publicado em "O Jardim Noturno", foi colhida num original de 1962. Este original encontra-se hoje na Casa de Rui Barbosa."

O Haver

Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
- Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido...

Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe.

Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.

Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.

Resta esse cor…

Ferve de fevereiro

Marcos Caruso, autor, diretor e ator de teatro, televisão e, é claro, cinema, é o convidado de Natália Lage no estúdio do Revista do Cinema Brasileiro. Confira esse delicioso papo sobre talento, carreira e desafios às 22h15. http://ebcnare.de/1PTmWcB
Posted by TV Brasil on Sábado, 3 de outubro de 2015

Ferve de fevereiro

Aquele céu azul turquesa em desvario me olhou sem fim, 
Aquele pérfido desvio que abrolhou em mim;
Tal tiro de festim que acerta minhas árduas cobiças,
Meus veios, meus velhos/novos embustes e premissas.

Sou andarilho com zelo de outrora malandro sagaz,
Sou saga, lenda, mito ou talvez nem e nada disso;
Abdico da necessidade de expor o que fui ou sou; já expondo;
Paparico a dona rica do amigo, bom, antigo, verde e grená alambique.

Dito-lhe ao pé do ouvido:
“verde-bílis com preto, verde-bílis com branco, 
verde-bílis com verde-nilo, seu primo distante.”
- Li isso em algum lugar; 
Acho que poderíamos repintar e avivar os quatro cantos.

O céu agora nublado e um assanhado sanhaço cantando…