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Mostrando postagens de Novembro 5, 2015

O trem, a vida, outrem

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O trem, a vida, outrem
Vi os trens de Norfolk; mas foi num sonho. Vi um céu igual o dos Simpsons, só que real.
(abre aspas) Nunca duvidei de minhas capacidades, Elas que ocasionalmente duvidavam de mim. Hoje a “dúvida” é minha fiel engrenagem Minha âncora, minha pólvora, meu estopim.
Hoje há nevasca só quando faço um desenho, Mas meu empenho é sempre em traçar o amar. O amanhã sempre em odes que eu mesmo resenho, Estará lá, porém, também, para o insano em hesitar.
Quimeras de ocasião, canções que devemos aprender, Seguindo as rodovias que trafegam os segredos, Eu, você e as artérias e veias que levam nosso viver... Nunca fomos de brinquedo. (fecha aspas)
A vida ensina tudo a todos, Mas a morte é egoísta,  Não ensina nada a ninguém. Nem ela, - nem eu,  Sabemos o que um poeta quer dizer, Mas a poesia sempre deixa algo no ar... Ninguém sabe se é real. Nem o poeta, nem a morte... Só a vida sabe.
André Anlub® (10/9/14)